terça-feira, fevereiro 5
Obama ganha na Georgia
O bounce da vitória de Obama na Georgia está, neste momento, a viajar à velocidade da luz para a costa Oeste. O fuso horário permite a "utilização" do bounce Georgiano na Califórnia. 3-4 derradeiras horas. Uma ajudinha, apenas. Lets go boys&girls, kick some ass!!
The Tsunami is coming!
O contexto social das eleições: crise de confiança (crise do "sub-prime", guerra no Iraque, corrosão da classe média, custos acrescidos com a saúde e educação...)
Mensagens políticas visam estabelecer a chamada "correspondência" entre as expectativas sociais vigentes e as propostas dos candidatos.
Obama apresentou-se como o candidato da mudança.
Clinton associou à intenção de mudar a sociedade Americana o atributo da experiência. A experiência como um requisito da capacidade de implementar a "mudança."
Mensagens políticas visam estabelecer a chamada "correspondência" entre as expectativas sociais vigentes e as propostas dos candidatos.
Obama apresentou-se como o candidato da mudança.
Clinton associou à intenção de mudar a sociedade Americana o atributo da experiência. A experiência como um requisito da capacidade de implementar a "mudança."
McCain é um caso interessante: é experiente e propõe mudar o conservadorismo Americano. (medidas ambientais, política de imigração, intervencionismo relativo etc) Duvido que ganhe estas eleições: alienou grande parte dos "conservadores sociais" do Partido Republicano e não me parece que consiga atrair muitos "conservadores" do Partido Democrata. Duvido muito. Obama e Clinton perceberam que as fricções entre ambos beneficiariam McCain. É isto que explica o reaproximação do último debate, onde até se mencionou a possibilidade de um "joint ticket." Uma decisão muito sensata porque, apesar de tudo, contribui para a integridade do PD: não dividir o partido entre activistas freelancers e a máquina partidária. Não nos podemos esquecer que as "verdadeiras" eleições ainda não começaram. Um partido dividido é um partido débil. Seria o pior que poderia acontecer ao PD.
Roll the dice...
Roll the dice...
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Crimson And Clover, de Tommy James & The Shondells, era, há 39 anos atrás, em Fevereiro de 1969, o # 1 do Top Billboard. Hoje é apenas uma curiosidade museológica na secção "psychedelic pop". Apre...ainda bem que Tommy James e os Shondelles não regressaram e estão lá esquecidos no passado.
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Crimson And Clover, de Tommy James & The Shondells, era, há 39 anos atrás, em Fevereiro de 1969, o # 1 do Top Billboard. Hoje é apenas uma curiosidade museológica na secção "psychedelic pop". Apre...ainda bem que Tommy James e os Shondelles não regressaram e estão lá esquecidos no passado.
Super Tuesday
Nunca liguei muito ao Carnaval e, até por isso, hoje o meu samba vai ser outro. All the best, Barack.
segunda-feira, fevereiro 4
Work in Progress

Incontinências
Sarkozy e Bruna dão o nó no EliseuBruna? Será a fusão entre Carla+Bruni?!
* título do Açoriano Oriental na última página da edição de 03.02.08
domingo, fevereiro 3
Desculpe, importa-se de repetir?!
Telmo Correia assinou 300 despachos na madrugada da tomada de posse de SócratesTomamos conhecimento. Apenas isso. Uma mera formalidade... já desmentida.
sábado, fevereiro 2
É o Carnaval, certamente...
Não sei se será dos protagonistas mas o enredo deste bailinho perspectiva-se concorrido e promete fazer as delicias dos foliões (de Salões!).
CineClube
The Assassination of Jesse James by the Coward Robert Ford A relação entre Jesse James (Brad Pitt) e Robert Ford (Casey Affleck) tem tanto de infantil como de trágico: o primeiro vive a sua condição de lenda do velho Oeste quase como um assombramento; o segundo contempla no outro uma espécie de ideal redentor, dir-se-ia uma miragem paterna e libertadora. Da sua estranha proximidade nasce o negrume psicológico do filme de Andrew Dominik, de tal modo que, da vulnerabilidade dos rostos ao mais pequeno gesto quotidiano, tudo surge contaminado por uma avassaladora pulsão de morte. Como se James encenasse a sua própria morte e Ford fosse apenas o instrumento humano encarregado de consumar um destino transcendental. O título é o «O Assassínio de Jesse James pelo Cobarde Robert Ford», mas também poderia ser: “Vida e morte de um herói condenado” (Crítica de João Lopes in Cinema 2000), esta semana em exibição no Solmar. Continua em cartaz, na sala 3 da Castello Lopes, o mordaz Charlie Wilson's War, numa analogia perspicaz da actualidade e do passado recente da política externa norte-americana, em particular no perpetuar das incongruências assumidas e perpetradas pelos “polícias do mundo”.
MP1, MP2, MP3
Nestes últimos dias de recuperação aproveitei para recorrer aos meus habituais especialistas e tratar também de um ou outro problema na audição.
Deixo aqui 3 das novidades do receituário de 2008.
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Links muito úteis:
Correcto - Correcto (Domino, 2008)
The Last 3 Lines - You Are A Deep Forest (SinLovers, 2008)
Throw Me The Statue - Moonbeams (Secretly Canadian, 2008)
Deixo aqui 3 das novidades do receituário de 2008.
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Links muito úteis:
Correcto - Correcto (Domino, 2008)
The Last 3 Lines - You Are A Deep Forest (SinLovers, 2008)
Throw Me The Statue - Moonbeams (Secretly Canadian, 2008)
sexta-feira, fevereiro 1
mal posso esperar


Um amigo meu comprou um Carver Truck (skateboard) e deixou-me dar umas voltinhas. Numa palavra: uauuuu! Mal posso esperar. Vou ter que reaprender muita coisa. Já lá vão mais de 20 anos desde que andava nestas coisas. Reencontrei um velho amigo, por outras palavras. Mas vale a pena. Vale sim senhor! E, claro, a malta tem que fazer exercício. Correr é monótono. Ir para um ginásio aturar senhores e senhoras a olharem-se para o espelho, nem pensar. A Sra. Dr. Berta deveria construir um "ring" para a malta! Ou o GRA! (eh eh eh eh) Só peço que não construam um ring multipolar! Construam vários, mas cada um deles inteirinho, repleto de curvinhas, descidas, pipes etc. Se querem ver os putos, como eu, distraídos na brincadeira, eis a solução perfeita. Não é muito caro e é relaxante para aqueles que dão pinotes e para aqueles que observam os pinotes. Usem material de protecção. Enjoy the ride! Grove on!
Sobremesa: new order
Were like crystal, we break easy
Im a poor man, if you leave me
Im applauded, then forgotten
It was summer, now its autumn
I dont know what to say, you dont care anyway
Im a man in a rage (just tell me what Ive got to do), with a girl I betrayed
Here comes love, its like honey
You cant buy it with money, youre not alone anymore, (whenever youre here with me),
You shock me to the core, you shock me to the core
Were like crystal, its not easy
With your love, you could feed me
Every man, and every woman
Needs someone, so keep it coming
Keep it coming, keep it coming, keep it coming
Keep it coming, keep it coming, keep it coming
Keep it coming
I dont know what to say, you dont care anyway
Im a man in a rage (just tell me what Ive got to do), with a girl I betrayed
Here comes love, its like honey
You cant buy it with money, youre not alone anymore, (whenever youre here with me),
You shock me to the core, you shock me to the core
Keep it coming, keep it coming, keep it coming
Keep it coming, keep it coming, keep it coming
Keep it coming, keep it coming, keep it coming
Gestão por Objectivos ?
"Se ganhar, não farei mais do que dois mandatos"
Declaração de Carlos César, Presidente do Governo Regional dos Açores
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"A 13 de Outubro de 1996, Carlos César tornava-se o primeiro presidente do Governo Regional do Açores oriundo do PS, com 46% dos votos. Ao final da manhã, logo depois de votar, o então candidato fazia uma promessa solene na RTP-Açores: "Se ganhar, não farei mais do que dois mandatos". Quatro anos depois, em 15 de Outubro de 2000, o PS de César volta a ganhar as eleições regionais, desta vez com 49,2% dos votos. Findo este mandato esgotava-se o prazo que o líder do PS açoriano tinha dado a si próprio para governar o arquipélago. A verdade é que em 2004 Carlos César decidiu voltar a concorrer, e ganhou. Hoje anuncia a sua recandidatura a um 4º mandato. Palavras para quê? É um político português."
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Via : Cobrador de Promessas do Expresso.
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"A 13 de Outubro de 1996, Carlos César tornava-se o primeiro presidente do Governo Regional do Açores oriundo do PS, com 46% dos votos. Ao final da manhã, logo depois de votar, o então candidato fazia uma promessa solene na RTP-Açores: "Se ganhar, não farei mais do que dois mandatos". Quatro anos depois, em 15 de Outubro de 2000, o PS de César volta a ganhar as eleições regionais, desta vez com 49,2% dos votos. Findo este mandato esgotava-se o prazo que o líder do PS açoriano tinha dado a si próprio para governar o arquipélago. A verdade é que em 2004 Carlos César decidiu voltar a concorrer, e ganhou. Hoje anuncia a sua recandidatura a um 4º mandato. Palavras para quê? É um político português."
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Via : Cobrador de Promessas do Expresso.
quinta-feira, janeiro 31
República das Bananas
O presidente do Governo regional da Madeira, Alberto João Jardim, diz que existe um "sentimento de boa vontade" por parte do Governo da República para "ultrapassar obstáculos"Contorcionista camaleão.
Apoio Judiciário
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"Para o rico, a estrela do foro; para o pobre o aprendiz”. Era assim que em tempos se indignava Almeida Santos contra o estado do patrocínio Judiciário cujo fardo já então recaía maioritariamente sobre os Advogados estagiários. Já lá vão dez anos sobre aquelas palavras. Hoje, também na Justiça, longe vão os tempos do Socialismo e dos Socialistas de antanho. Efectivamente, para lá das mitomanias da igualdade, está por cumprir a única igualdade que realmente importa: a igualdade perante a lei e no Direito, seja para uma dimensão personalista e hedonista do Homem, seja para a sua igualação Social como é de bom timbre Socialista. Acresce que, a actual reforma do apoio Judiciário não aproxima os cidadãos mais carenciados dos Direitos que lhes são devidos pela garantia Constitucional do acesso ao Direito. Ao invés, a Lei 47/2007, e a Portaria 10/2008, são mais um passo para arredar dos cidadãos um patrocínio oficioso com um mínimo de dignidade e qualidade. No resto, consabida a realidade de que é sobre os Advogados estagiários que recai a maior fatia do patrocínio e do apoio judiciário, ao invés de apostar na "força da juventude", o Estado prefere optar por um modelo de acesso ao Direito que é um fardo para os Advogados que tantas vezes o suportam a expensas próprias. Mas, além de uma perspectiva mendicante da Justiça a mesma é distribuída, com dois pesos e duas medidas, consonante se trate de comarcas da "metrópole" ou de comarcas das "províncias ultramarinas". Ilustra bem essa discriminação negativa a omissão da descontinuidade geográfica Açoriana no tabelamento dos encargos decorrentes da concessão de apoio Judiciário. Assim, para situações diferenciadas o pagamento é o mesmo, quer o patrono se desloque de Lisboa a Massamá, ou de Ponta Delgada a Santa Cruz das Flores. Mas, do outro lado do apoio Judiciário, é também preocupante a urdidura de um sistema cada vez mais complexo de apreciação do pedido de apoio judiciário embrulhado numa engenharia de cálculo de rendimentos que, ao invés de incluir, vai moendo a engrenagem numa lógica de exclusão. Em conclusão: Portugal que tanto gosta de se arrogar um Estado de Direito não tem um "Serviço Nacional de Justiça" e está longe de providenciar sequer um "patrono público" para os cidadãos sem posses para recorrer às "estrelas do foro". Também aqui Portugal está por cumprir.
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João Nuno Almeida e Sousa nas crónicas digitais do jornaldiario.com
"Para o rico, a estrela do foro; para o pobre o aprendiz”. Era assim que em tempos se indignava Almeida Santos contra o estado do patrocínio Judiciário cujo fardo já então recaía maioritariamente sobre os Advogados estagiários. Já lá vão dez anos sobre aquelas palavras. Hoje, também na Justiça, longe vão os tempos do Socialismo e dos Socialistas de antanho. Efectivamente, para lá das mitomanias da igualdade, está por cumprir a única igualdade que realmente importa: a igualdade perante a lei e no Direito, seja para uma dimensão personalista e hedonista do Homem, seja para a sua igualação Social como é de bom timbre Socialista. Acresce que, a actual reforma do apoio Judiciário não aproxima os cidadãos mais carenciados dos Direitos que lhes são devidos pela garantia Constitucional do acesso ao Direito. Ao invés, a Lei 47/2007, e a Portaria 10/2008, são mais um passo para arredar dos cidadãos um patrocínio oficioso com um mínimo de dignidade e qualidade. No resto, consabida a realidade de que é sobre os Advogados estagiários que recai a maior fatia do patrocínio e do apoio judiciário, ao invés de apostar na "força da juventude", o Estado prefere optar por um modelo de acesso ao Direito que é um fardo para os Advogados que tantas vezes o suportam a expensas próprias. Mas, além de uma perspectiva mendicante da Justiça a mesma é distribuída, com dois pesos e duas medidas, consonante se trate de comarcas da "metrópole" ou de comarcas das "províncias ultramarinas". Ilustra bem essa discriminação negativa a omissão da descontinuidade geográfica Açoriana no tabelamento dos encargos decorrentes da concessão de apoio Judiciário. Assim, para situações diferenciadas o pagamento é o mesmo, quer o patrono se desloque de Lisboa a Massamá, ou de Ponta Delgada a Santa Cruz das Flores. Mas, do outro lado do apoio Judiciário, é também preocupante a urdidura de um sistema cada vez mais complexo de apreciação do pedido de apoio judiciário embrulhado numa engenharia de cálculo de rendimentos que, ao invés de incluir, vai moendo a engrenagem numa lógica de exclusão. Em conclusão: Portugal que tanto gosta de se arrogar um Estado de Direito não tem um "Serviço Nacional de Justiça" e está longe de providenciar sequer um "patrono público" para os cidadãos sem posses para recorrer às "estrelas do foro". Também aqui Portugal está por cumprir.
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João Nuno Almeida e Sousa nas crónicas digitais do jornaldiario.com
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