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domingo, março 11

É Tempo de Mudar (para onde?), Renovar (o quê?), com Confiança (em quem?).


Aproximamo-nos, uma vez mais e agora a passos largos, de “Eleições”.
Para muitos, nada mais do que uma das mais bem urdidas falácias da democracia, para outros, nada mais do que um dos poucos e fracos exemplos do exercício da cidadania.

Inegavelmente, iremos eleger aqueles que, supostamente, nos defenderão durante quatro anos – tanto no Governo como na Oposição – defendendo a economia e a sustentação do “pacto societário”, com o seu desejado pensamento estratégico e com as emergentes ideologias políticas.

Onde estará o verdadeiro desafio para os próximos governantes? Que características deverão ser valorizadas nos próximos candidatos? Que estrutura governativa precisam os Açores? Deveriam ser, por ventura, as perguntas a colocar por nós neste período que, até às próximas Eleições Legislativas Regionais, devia ser da mais pura reflexão.

Tantos assuntos nos preocupam neste momento e tememos que nada de melhor possa ser feito por eles. Tantas esperanças depositadas em todos estes Governos e encontramo-nos de pantanas, vítimas da dita “Crise Internacional” que, afinal, também acabou por afectar estas ilhas paradisíacas, fazendo com que tenhamos sérias dúvidas acerca da forma como havemos de as enquadrar geograficamente. No centro do mundo ocidental, entre a Europa e a América? Ou no meio do nada, longe de tudo e de todos.

Não consigo perceber o que têm para nós estes políticos mas, não antevejo também que os Açores possam motivar um punhado de pessoas sérias e empenhadas no bem comum, como Santa Clara.

terça-feira, abril 28

sexta-feira, fevereiro 27

quinta-feira, fevereiro 26

O PPM sobre a CDU


"A CDU deverá regressar ao Parlamento através do círculo de compensação regional. Apesar das naturais diferenças ideológicas que me separam do Aníbal Pires, não me custa reconhecer no líder comunista uma grande capacidade de luta e uma coerência política impoluta."

in "Excertos de uma Oposição Monárquica ao Regime Cesarista Açoriano", Paulo Estevão, Chiado Editora


PS - Há, neste processo, um equívoco de raciocínio. Não sou eu que faço, já estava feito. Não fui eu quem escreveu, foi o autor. Não fui eu quem publicou, foi a Chiado Editora. Eu limitei-me a transcrever, que é - como se sabe - trabalho inferior, se exceptuarmos os monges copistas e os relatores por obrigação. Se me é permitida a réplica, sugiro "O Adivinho". Também é o melhor Astérix e casa muito melhor com a personagem política do líder do PPM/A.

sexta-feira, fevereiro 20

O PPM sobre o BE


«O Bloco de Esquerda é (...) "uma fraude política que vegeta entre a inexistência pública e a parasitagem às deslocações dos dirigentes nacionais à Região". Faltam-lhe 700 votos, em relação a 2004, para elegerem um deputado (concorreram apenas em cinco círculos).
Estou em crer que apesar da "vadiagem" dos últimos 4 anos, a preguiça poderá ser recompensada com a eleição de uma deputada»

in "Excertos de uma Oposição Monárquica ao Regime Cesarista Açoriano", Paulo Estevão, Chiado Editora

quinta-feira, fevereiro 19

O PPM sobre o PSD


"O maior partido da oposição é uma espécie de nave espacial de ficção. O comandante da nave é uma espécie de Sr. Spock, um ser incapaz de transmitir a mais mínima das emoções. Possui, além disso, a incrível faculdade de adormecer - com um simples toque retórico - o mais exaltado dos iconófilos (...).
Para o ponto mais nevrálgico da nave social-democrata, o comandante designou Berta Cabral, uma dirigente possuidora de um código de hinernação com o ponteiro apontado para o ano de 2012.
No resto da nave viajam um grande número de seres exóticos: os dinossauros, os antigos jotas já entradotes, os invisíveis e os desesperados."

in "Excertos de uma Oposição Monárquica ao Regime Cesarista Açoriano", Paulo Estêvão, Chiado Editora

sexta-feira, janeiro 16

O princípio do mesmo

A Dra. Berta deu uma entrevista à Dra. Maria João Avillez - é que faz mesmo todo o sentido -, publicada na edição de ontem da Sábado. Mais uma vez, e entre outras insuficiências, revelou as insanáveis e costumeiras dificuldades de relacionamento que tem com os conceitos de tempo e de estatística eleitoral. Ela, que está na política açoriana desde 1980, é renovação; o PS, que é Governo desde 1996, está no poder há 16 anos, o que, judiciosa como ela gosta de ser, "é inadmissível no século XXI"; o PS, que venceu as eleições de Outubro último com 20% de vantagem sobre o PSD e renovou a sua maioria absoluta, está "efectivamente em fim de ciclo"; ela e o PSD, que tiveram o pior resultado da sua história, estão preparados para ganhar tudo e cheios de convicção.
A coisa bem espremida não dá nada, embora tenha muito menos lugares comuns, provérbios e adivinhas (a parte das adivinhas é reinação) do que a Moção Global de Estratégia que a Dra. Berta vai colocar hoje à consideração dos delegados ao Congresso.
Num texto de grande pendor popular, que é também um misto de literatura inspiracional, a Dra. Berta diz que é preciso ir "devagar que temos pressa", que "para a frente é que é caminho", que "a união faz a força", que (não se apressem) "há sempre lugar para mais um" e que "só se confia em quem se conhece". Embora "cada coisa a seu tempo", o certo é que "quem sabe sabe" e que "querer é poder". Como tal, "onde todos trabalham nada custa", mesmo sabendo que "sem jovens não há futuro" e que "o seguro morreu de velho".
A minha parca preparação económica e a minha débil bagagem cultural não me permitem atingir outras tiradas de valor idêntico às já salientadas, mas mais elaboradas, como por exemplo, a ideia de que "o crescimento económico não é naturalmente uniforme mas o desenvolvimento social tem que ser tendencialmente igualitário" ou a imagem do "salto cultural", que deve ser de facto todo um programa político em si mesma soubera eu vislumbrá-la na prática.
Há quem pense que este tipo de documentos não interessa e que o que conta são as pessoas. Neste particular, a Dra. Berta também começou bem a sua onda de renovação e reformismo. Convidou para Secretário-Geral do PSD/A Humberto Melo, um jovem de espírito, cuja participação partidária de mais de 30 anos nem se nota.
A Dra. Berta acha que dizer faz acontecer. Desmerece a opinião dos açorianos, porque é auto-suficiente em termos de análise política. Ela sentencia, as coisas surgem. Falta-lhe perder. A derrota abre muito os horizontes. Eu, que me sentei três anos numa bancada municipal muito honrada e muito minoritária, mesmo em frente a ela, sei do que estou a falar, mas, mesmo assim, admito que não aconteça.

quarta-feira, dezembro 31

No fundo é o absurdo

Na história dos povos nunca é demasiado tarde para realizar o sonho e cumprir a esperança. Nunca é tarde desde que saibamos ser fortes e unidos, desde que tenhamos orgulho no que somos e desde que saibamos o que queremos ser.
O que os momentos altos da nossa História nos ensinam é que somos um povo marcado pela insatisfação. Que nos marca a ambição de fazer mais e melhor. Marca-nos a ideia de que somos agentes da História, senhores do nosso destino.


Aníbal Cavaco Silva, discurso de tomada de posse como Presidente da República, Lisboa, 9 de Março de 2006

segunda-feira, dezembro 29

Local time (GMT-01:00, Azores)

O Presidente e a espectável promulgação do Estatuto Político-Administrativo dos Açores em discurso directo ao país pelas 20h15 (19h15, hora local).

terça-feira, dezembro 2

Estatuto, Divórcio e a 'ver vamos'

O grupo parlamentar do PS na Assembleia da República anunciou hoje que não vai "mexer" na proposta do Estatuto Político-Administrativo dos Açores, vetada politicamente pelo Presidente da República.
Ah... é verdade: entrou em vigor a nova Lei do Divórcio (nem sei porque é que me lembrei disto; há com cada associação de ideias...)