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sexta-feira, dezembro 5
Ryanair vai começar a voar para os Açores em abril
E nada será como dantes? Uma imagem a reter para a posteridade.
terça-feira, outubro 29
sexta-feira, junho 15
Adivinhem quem ressuscitou (versão Dead Men Singing)
Tupac Shakur fez uma aparição em Abril no festival Coachella e de acordo com a Forbes já se preparam os hologramas de Jimi Hendrix e Jim Morrison.
Há mortos demasiado $ valiosos $ para serem deixados em paz.
quinta-feira, agosto 5
The World is a Vampire
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| Foto Daniel Berehulak/Getty Images @ Guardian |
Rússia enfrenta 600 incêndios que já causaram 50 mortes
Cheias no Paquistão já afectam 4 milhões de pessoas
O Lado B de It's The End Of The World As We Know It (And I Feel Fine).
terça-feira, maio 4
Violência: deliberada ou acidental?!
A propósito do ciclo de cinema - Moby Dick - que hoje se inicia sobre a temática da imigração e da reflexão que daí possa advir, lembrei-me de aqui colocar uma polémica recente sobre o vídeo Born Free da artista M.I.A. que explora de forma 'gratuita', e daí talvez não, assuntos que estão na ordem do dia: Guantánamo, a emigração ilegal, a condição de refugiado, a xenofobia, a(s) "limpeza(s) étnica(s)" a soldo de Guerra(s) sem sentido e de ódio(s) da mais variada índole.
Algumas questões, mais ou menos óbvias, que se podem colocar: este é um objecto artístico ou um 'rastilho' capaz de incendiar comportamentos já de si desviantes? Qual a distância que nos separa da realidade e de um objecto ficcionado? Que propósitos estão na génese conceptual deste tipo de "manifestos"? O objectivo é apenas o entertainment e o marketing? Ou não?! Há um conteúdo político? Ou estamos perante uma provocação gratuita?!
Seja qual a resposta o efeito de contaminação viral já se alastrou e quem ganha com isso é a artista. Disso não haja dúvidas. Violência gratuita na TV?! Alguém anda distraído ou não anda a 'ver' o que passa. A discussão, essa, está na rua...
A título de curiosidade, e para quem não conhece, fica aqui o outro vídeo controverso realizado por Romani Gravas para Stress dos Justice_
Indiferença?! Dificilmente...
quinta-feira, abril 1
A Bela e o Monstro
"Dreamland" é um documentário sobre a paisagem natural da Islândia, sobre os seus recursos naturais e o modo como têm sido aproveitados, subaproveitados e destruídos.
Um objecto a reter, assim como, a banda sonora que o acompanha.
sexta-feira, outubro 9
Give Peace a Change
Nobel peace prize awarded to Barack ObamaO corolário de um ano extraordinário para o actual presidente americano.
quarta-feira, abril 8
À medida sim mas, do freguês, claro!
foto josé francoEmpresários das “Portas do Mar” unem-se em associação. A conferir aqui
Aparentemente, a Associação Portas Do Mar já não é suficiente.
sexta-feira, janeiro 16
Forças de bloqueio
«It's time. Long past time. The best strategy to end the increasingly bloody occupation is for Israel to become the target of the kind of global movement that put an end to apartheid in South Africa».A opinião defendida por Naomi Klein pode ser susceptível de polémica. Não obstante o aparente radicalismo da mesma a verdade é que a condenação da comunidade internacional não tem sido proporcional à intervenção militar israelita desencadeada em Gaza (e se foi das duas, uma: foi ignorada; foi inconsequente ou na pior das hipóteses foi conivente). Haverá uma solução pacifica para o conflito? Os EUA com Obama irão agir de modo diferente? Que papel pode ter a ONU e a comunidade internacional na resolução desta situação? O porquê da reluntância de Israel com a ajuda humanitária? As respostas não são de redacção fácil. A indiferença e o encolher de ombros perante a tragédia em curso definem, cabalmente, estes tempos de crise.
sábado, janeiro 10
... e, para que se faça dia!

O Professor Doutor Duarte Ponte – anterior Secretário da Economia (para os que não o conheciam) – afirmou emocionado, no jantar de despedida presenteado pelos hoteleiros de S. Miguel, ter consciência de que nem tudo o que foi feito foi bem feito mas, orgulha-se de ter conseguido por o cidadão comum a falar de Turismo.
No rigor, era por aqui que tudo devia ter começado. Teríamos evitado alguns atalhos que trouxeram trabalhos dobrados e despesas indesejáveis; teríamos tido a oportunidade de olhar melhor para a redefinição do modelo de desenvolvimento turístico da Madeira, em vez de estarmos a cantar de galo e dizer que não íamos repetir os seus erros; teríamos desenvolvido a humildade necessária para nos socorrermos de pessoas que, com o verdadeiro conhecimento de causa, nos podiam ter – seguramente – ajudado; enfim…
Não obstante e em abono da verdade, não podemos perder o norte. Todos nós sabemos que, quase sempre, temos que levar uma sacudidela (às vezes bem forte) para nos pormos a mexer, caso contrário, nada chega a ser verdadeiramente conseguido. Importava não deixar amadurecer esse fruto da nossa idiossincrasia e lá avançamos.
Todas estas (a dada altura estúpidas) considerações servem para dizer que não vale a pena dramatizarmos o estado em que nos encontramos. Em vez disso, é imperativo que possamos agora parar de falar (alguns até, como baratas tontas, dizem muitas asneiras tipo “isto já era previsível”. Tipos que nunca conseguiram prever nada de jeito nas suas vidas nem nos assuntos sobre os quais sempre escreveram), para reflectir sobre as actualizações que temos que encetar. É preciso «enxertar». Há enxertos de vários tipos e feitios. Podemos fazê-los como os quisermos mas, também podemos convidar especialistas a fazê-los.
Em jeito de notas de rodapé, ficam:
Itália volta a ter Ministério do Turismo
Ireland - 25,000 jobs lost in tourism sector
Itália volta a ter Ministério do Turismo
Ireland - 25,000 jobs lost in tourism sector
quinta-feira, setembro 11
11.09.01

«As fotografias não mentem, mas também não contam a história toda. Mais não são do que um registo do tempo que passa, a evidência exterior».
Paul Auster Viagens no Scriptorium
sexta-feira, agosto 15
Assim vai o Mundo...

sexta-feira, julho 4
Vergonha
Não vou postar o vídeo que capta o sofrimento de Esmin Green numa sala de espera da ala psiquiátrica do Hospital de King's County, em Brooklyn, Nova Iorque, e a inexplicável passividade de uma série de funcionários clínicos e de segurança, que a vêem e nada fazem, até à sua morte, 45 minutos depois. Decidi assim por vergonha. Sim, vergonha.
Tenho vergonha de um mundo que vê uma pessoa inanimada e pensa nas eventuais consequências pessoais de uma decisão que é um imperativo ético. Tenho vergonha de um mundo que admite um sistema de saúde assente na lei da selva, onde quem pode vive e quem não pode morre. Tenho vergonha de um mundo que ainda tem dúvidas sobre a parcela de culpa própria que podem ter os doentes psiquiátricos. Tenho vergonha de um mundo que prefere defender-se do incómodo a lutar incomodado, um mundo que se escuda na vida pessoal para justificar a inacção cívica, um mundo de chinelos e pijama, um mundo caniche, e não um mundo cão.
Se quiserem ver do que estou a falar, têm aqui o link. Não vos aconselho, contudo. E nem o despedimento de três responsáveis pela urgência psiquiátrica, do médico que estava de serviço e do funcionário da segurança, me faz dormir melhor. A vergonha não sai dormindo, nem lavando. A vergonha é para sempre.
Tenho vergonha de um mundo que vê uma pessoa inanimada e pensa nas eventuais consequências pessoais de uma decisão que é um imperativo ético. Tenho vergonha de um mundo que admite um sistema de saúde assente na lei da selva, onde quem pode vive e quem não pode morre. Tenho vergonha de um mundo que ainda tem dúvidas sobre a parcela de culpa própria que podem ter os doentes psiquiátricos. Tenho vergonha de um mundo que prefere defender-se do incómodo a lutar incomodado, um mundo que se escuda na vida pessoal para justificar a inacção cívica, um mundo de chinelos e pijama, um mundo caniche, e não um mundo cão.
Se quiserem ver do que estou a falar, têm aqui o link. Não vos aconselho, contudo. E nem o despedimento de três responsáveis pela urgência psiquiátrica, do médico que estava de serviço e do funcionário da segurança, me faz dormir melhor. A vergonha não sai dormindo, nem lavando. A vergonha é para sempre.
terça-feira, janeiro 22
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