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segunda-feira, fevereiro 20
quinta-feira, junho 30
MUU COLEÇAM
À venda na MIOLO:
Morada
Rua Pedro Homem, 45
9505-529 Ponta Delgada
São Miguel, Açores
Horário
2ª a 6ª | 10h00 às 18h00
Sábado | 10h00 às 15h00
quinta-feira, março 17
sexta-feira, dezembro 5
Ryanair vai começar a voar para os Açores em abril
E nada será como dantes? Uma imagem a reter para a posteridade.
segunda-feira, janeiro 6
quarta-feira, novembro 6
10 anos
Hoje passam 10 anos desde que o :ILHAS iniciou a sua emissão. Ao longo deste período foram muitas as transformações por que todos passamos, entre profundas alterações tecnológicas, colaboradores, motivação, interesse ou mesmo disponibilidade.
A blogosfera já não é o que era, nem sei se alguma vez, nestas ilhas, ela chegou a ser qualquer coisa. O :ILHAS foi e terá sido, muito provavelmente, o que maior visibilidade teve.
Já demonstrei aos actuais inquilinos que quero prosseguir esta missão. No entanto, é necessário torná-lo mais apelativo nos conteúdos. Sabendo de antemão que a concorrência das outras redes é, provavelmente, mais atractiva na relação de proximidade que gera.
O arquivo do :ILHAS é, em parte ou no seu todo, uma parcela da história recente dos Açores e das intensas transformações operadas ao longo da última década. Tenho, por isso, uma enorme relutância em afastar-me do percurso trilhado até aqui. Espero consegui-lo. Desistir é sempre mais fácil.
Até já!
quarta-feira, setembro 25
O 'Funchal' em Ponta Delgada
A propósito da passagem do paquete 'Funchal' por Ponta Delgada, 31 anos depois da sua última passagem pela cidade, uma renovação do header do :ILHAS com recurso a mais uma excelente fotografia gentilmente cedida pelo Rui Soares.
O nosso Muito Obrigado!
O nosso Muito Obrigado!
segunda-feira, setembro 9
+ boas notícas
segunda-feira, julho 15
Faltam 9 dias!
Faltam 9 dias para o fecho da recolha de fundos para o Ziphius através da plataforma Kickstarter.
quinta-feira, maio 2
quinta-feira, março 14
quarta-feira, dezembro 19
domingo, dezembro 9
Em tempo real
O Skyside Project é um website de origem portuguesa de acesso gratuito que monitoriza em tempo real o tráfego aéreo em Portugal Continental, parte de Espanha e Marrocos.
» + aviões em FlightRadar24
» & navios em MarineTraffic
quarta-feira, abril 4
A explicação que faltava
JS-Kit, Haloscan and Echo Comments will be discontinued on October 1st, 2012Este comunicado explica o porquê do fim da caixa de comentários tal como a conheciamos.
domingo, abril 1
Não é peta
Tendo em conta os problemas técnicos da caixa de comentários o :ILHAS irá efectuar um lifting e mudar de template nos próximos dias.
Não é tarde, nem é cedo (provavelmente durou mais do que devia). Fica o aviso a quem por aqui navega.
Não é tarde, nem é cedo (provavelmente durou mais do que devia). Fica o aviso a quem por aqui navega.
domingo, janeiro 29
Aviso à navegação
A foto do header do :ILHAS é retirada da objectiva do sempre atento © Pedro Caetano. A gerência agradece a partilha.
segunda-feira, janeiro 23
Aviso à navegação
O :ILHAS informa que a taberna da Olímpia Granada passou a ser outra. Boas viagens!
quinta-feira, dezembro 8
É hora (!) e o tempo urge.
Tenho estado a pensar (com os meus botões, é claro) que toda esta engenhoca da mudança geracional está muito bem urdida:
- Primeiro, fala-se que o escolhido é rapaz novo;
- A seguir, deixa-se saber que as sondagens até davam outro vencedor, sacrificado, agora, em prol de uma convicção e de um desiderato maior;
- Depois, remata-se com a ética republicana e julgamos ter sido jogada a última cartada.
Enfim, um acto supostamente heróico e altruísta que as nossas almas bondosas depressa apelidaram de magnânimo e de fora deste mundo. E, no entanto, outros, que não se esquecem de “estórias” de uma história-mais-ou-menos-recente-mas-certamente-contemporânea, não deixarão de perguntar que raio de afinação de rota é esta, que faz com que não bata a bota com a perdigota.
A nossa falta não é a de um artista malabarista. De facto, a nossa grande falta é a falta de memória, cuja ausência nos impede de estabelecer fortes paralelismos com o passado e procurar medir as suas implicações no futuro.
Apesar de todas as eventuais divagações sobre a matéria, certo é o facto das gerações nunca em si terem encerrado a única solução para todo e qualquer problema, seja de que índole for (todos se lembrarão da substituição em Itália de “velhos” por “mais velhos” ainda (provavelmente, cada um com a sua dieta), só para se acalmar os mercados – argumento que, por estas bandas, ainda não foi utilizado -, como se o povo não soubesse que «peixe não puxa carroça».
É certo e sabido que o povo sabe também que «em casa de pouco pão, todos ralham e ninguém tem razão», constatando diariamente que a inteligência não pode ser substituída pela força, que a experiência precisa da tenacidade, que a coerência não permite o laxismo e que a bondade não deve dar lugar à condescendência.
Uns verão nestas palavras uma idiotice pegada, outros poderão incensá-las mas, no entanto, elas procuram constituir-se na tentativa de desmitificação do manto com o qual nos procuram envolver e na tentativa de esboçar a reposta que, aparentemente, ninguém ousa dar.
É hora de pegar no leme. É hora de apontar baterias aos barcos desta raça de piratas, camaleões que nos ofuscam com as estonteantes cores das suas ilusórias promessas. É também hora - no caso, difícil – para todos os quadrantes políticos, pois, a situação do país – e da região também – não está para graças, na qual as meras reacções e as banais erupções cutâneas deixaram de ser suficientes.
Desenganem-se todos aqueles que se deixaram convencer que a hora, agora, é a do jovem e não se riam os que pensam ser a da velha senhora. Pois é. Os tempos estão difíceis e, de facto, podem continuar a piorar.
A hora é de mostrar uma estratégia concertada para nos tirar deste fosso, devendo procurar articular as riquezas e mais-valias de ambas as gerações, para que o paradoxo não se transforme no paradigma, porreiro para aqueles que vivem a vida a passearem-se por cima das dificuldades, conculcando todos aqueles que, num de dia de sol, cheio de radiosa esperança, os nomearam para seus representantes.
Não estranhem. Vem tudo isto a propósito da tomada da Bastilha…
- Primeiro, fala-se que o escolhido é rapaz novo;
- A seguir, deixa-se saber que as sondagens até davam outro vencedor, sacrificado, agora, em prol de uma convicção e de um desiderato maior;
- Depois, remata-se com a ética republicana e julgamos ter sido jogada a última cartada.
Enfim, um acto supostamente heróico e altruísta que as nossas almas bondosas depressa apelidaram de magnânimo e de fora deste mundo. E, no entanto, outros, que não se esquecem de “estórias” de uma história-mais-ou-menos-recente-mas-certamente-contemporânea, não deixarão de perguntar que raio de afinação de rota é esta, que faz com que não bata a bota com a perdigota.
A nossa falta não é a de um artista malabarista. De facto, a nossa grande falta é a falta de memória, cuja ausência nos impede de estabelecer fortes paralelismos com o passado e procurar medir as suas implicações no futuro.
Apesar de todas as eventuais divagações sobre a matéria, certo é o facto das gerações nunca em si terem encerrado a única solução para todo e qualquer problema, seja de que índole for (todos se lembrarão da substituição em Itália de “velhos” por “mais velhos” ainda (provavelmente, cada um com a sua dieta), só para se acalmar os mercados – argumento que, por estas bandas, ainda não foi utilizado -, como se o povo não soubesse que «peixe não puxa carroça».
É certo e sabido que o povo sabe também que «em casa de pouco pão, todos ralham e ninguém tem razão», constatando diariamente que a inteligência não pode ser substituída pela força, que a experiência precisa da tenacidade, que a coerência não permite o laxismo e que a bondade não deve dar lugar à condescendência.
Uns verão nestas palavras uma idiotice pegada, outros poderão incensá-las mas, no entanto, elas procuram constituir-se na tentativa de desmitificação do manto com o qual nos procuram envolver e na tentativa de esboçar a reposta que, aparentemente, ninguém ousa dar.
É hora de pegar no leme. É hora de apontar baterias aos barcos desta raça de piratas, camaleões que nos ofuscam com as estonteantes cores das suas ilusórias promessas. É também hora - no caso, difícil – para todos os quadrantes políticos, pois, a situação do país – e da região também – não está para graças, na qual as meras reacções e as banais erupções cutâneas deixaram de ser suficientes.
Desenganem-se todos aqueles que se deixaram convencer que a hora, agora, é a do jovem e não se riam os que pensam ser a da velha senhora. Pois é. Os tempos estão difíceis e, de facto, podem continuar a piorar.
A hora é de mostrar uma estratégia concertada para nos tirar deste fosso, devendo procurar articular as riquezas e mais-valias de ambas as gerações, para que o paradoxo não se transforme no paradigma, porreiro para aqueles que vivem a vida a passearem-se por cima das dificuldades, conculcando todos aqueles que, num de dia de sol, cheio de radiosa esperança, os nomearam para seus representantes.
Não estranhem. Vem tudo isto a propósito da tomada da Bastilha…
quarta-feira, novembro 30
Ao longe
O header do :ILHAS revela, esta semana, um olhar sobre o debate do Plano e Orçamento para 2012. Ao longe.
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