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sábado, janeiro 24
quarta-feira, janeiro 15
quarta-feira, julho 3
sábado, março 16
2003/2013 - 10 anos
Cimeira Lajes/10 anos: 3200 dias de guerra no Iraque custaram centenas de milhares de mortos e biliões de dólaresE há nos Açores quem quisesse aproveitar a Cimeira para promoção turística...
quarta-feira, fevereiro 13
Portugal, Portugal
Não sei se será só por cá. Não sei se estes tiques são congénitos. O que é certo é o facto dos portugueses terem uma tendência para discutir questões acessórias (não quero desvalorizar a importância do caso para o qual procuramos remeter o(s) visado(s), nem o seu efeito na actual conjuntura), em vez de discutirem aquilo que poderá estar na essência das problemáticas.
A mim preocupa-me, por exemplo, que o PM (ou o seu ME) escolha para SE da Inovação um "jovem" com cara de "velho".
Mas, verdade seja dita. Franquelim Alves era tão empreendedor que começou a trabalhar aos 17 (quando se pensava que tinha 16), como auditor, numa empresa que apenas viria a ser fundada 19 anos mais tarde. `
É muito à frente. E cheira mesmo a "Invovação Criativa".
Fora de brincadeiras, certo é que nada disto ajuda a credebilizar a imagem daqueles que deveriam estar acima de qualquer suspeita. Enfim... Devaneios das pessoas verdadeiramente sérias? Serão?
A mim preocupa-me, por exemplo, que o PM (ou o seu ME) escolha para SE da Inovação um "jovem" com cara de "velho".
Mas, verdade seja dita. Franquelim Alves era tão empreendedor que começou a trabalhar aos 17 (quando se pensava que tinha 16), como auditor, numa empresa que apenas viria a ser fundada 19 anos mais tarde. `
É muito à frente. E cheira mesmo a "Invovação Criativa".
Fora de brincadeiras, certo é que nada disto ajuda a credebilizar a imagem daqueles que deveriam estar acima de qualquer suspeita. Enfim... Devaneios das pessoas verdadeiramente sérias? Serão?
segunda-feira, janeiro 21
terça-feira, novembro 27
quarta-feira, novembro 7
terça-feira, maio 15
Péssimas notícias
Novas eleições na Grécia após falhanço das negociaçõesResultado?! Uma corrida aos bancos.
domingo, maio 6
terça-feira, março 20
9 anos
A Cimeira da Guerra fez 9 anos.
Para celebrar a data recupero a capa de um dos melhores números da curta história da :ILHAS.
segunda-feira, fevereiro 27
terça-feira, fevereiro 7
domingo, janeiro 15
PONTES - agora que temos as SCUT, talvez nos deixemos de atalhos.

Há coisas que começam da mesma maneira mas tem o condão de acabar de forma diferente. É como se houvesse uma força que, sobre nós, exercesse um efeito benigno e que acaba por nos ajudar a encontrar outros caminhos como se soluções diferentes fossem para os velhos problemas de sempre.
Diz-se que, nos Açores, os vultos se sucedem uns aos outros. Há como que uma condição natural da ilha que contagia o ilhéu e que o torna possuidor de uma profundidade psicológica que o catapulta para outras dimensões.
Por aqui, é como se a nossa condição humana ascendesse a um limbo na terra que nos separa dos restantes habitantes do mundo (exagero claro, quase hipérbole), sendo curioso, contudo, o facto de tal acontecimento nem sempre influenciar todos aqueles que assumem determinado caminho. Giro ainda é perceber também que muitas vezes nós falamos bem, escrevemos ainda melhor – articulando na perfeição o léxico rebuscado e impressionante – e acabamos por falhar o nosso principal objectivo que deveria ser o doutrinar (nome pomposo para o simples contágio das ideias que defendemos).
Enfim, vivemos a borbulhar no dia-a-dia, tentando afincadamente que esta efervescência possa irritar os acomodados e incitá-los à acção, procurando, no processo, que aquela não seja totalmente desprovida do factor regenerador desejável, porque, nos dias que correm, encontramo-nos todos a procurar desesperadamente salvar o status quo instalado, na vã tentativa de manter as coisas como nos habituamos a tê-las, sem que preocupados com a sua sustentabilidade estejamos.
Para muitos de nós, os banhos de água fria já começaram. E quando nos sentimos molhados até aos ossos, sem ter roupa seca e agasalho aos quais recorrer, abraçamo-nos para impedir o calor de abandonar o nosso corpo. Talvez nessa altura, passamos a nossa vida em revista e sentimo-nos invadidos por uma devastadora sensação de fragilidade que, logo em seguida, deriva num sentimento misto de culpa e frustração que nos faz prometer a nós próprios que seremos mais justos, humildes e solidários perante os nossos pares.
Todos nós conhecemos os princípios da sustentabilidade. Todos nós os elogiamos e todos nós os defendemos em fervorosos discursos. Mas, quando a vida nos corre bem, a única sustentabilidade com a qual nos preocupamos é a nossa e, rapidamente, ignoramos que a mesma está dependente de vários factores e de outras pessoas que de tanto serem negligenciadas, numa relação de interdependências que insistimos em não compreender e teimosamente não queremos valorizar, um dia acabam por nos atirar ao tapete.
Os seres inteligentes que nós somos não deviam necessitar de cair na valeta para poderem constatar e valorizar as vantagens das cadeias de valor que, reforçadas, contribuem para o bom desempenho do todo, valorizando cada componente que integra o processo. Nós somos todos culpados pelo desatino em que vivemos uns com os outros e a nossa economia não escapa a esta realidade que resulta da nossa natureza. No entanto, um amigo ensinou-me que, quando se demonstra de forma eficaz os ganhos que cada um pode tirar pela sua colaboração num processo comum, todos querem participar. É isso que caracteriza a comunidade.
Todos nós estamos cheios de teorias redondas e conversa balofas sobre os objectivos que se deviam almejar para os Açores. Apesar disso, somos poucos os que realmente nos decidimos abordar os problemas com vista a contribuirmos para que as soluções – que melhor sirvam todos – possam ser encontradas. Se o que acontece no parágrafo anterior pode ser verdade, não será menos verdadeira a nossa incapacidade de criar canais de comunicação onde os sinais de egocentrismo, sobranceria e desconfiança possam todos ser suplantados pela criação de uma visão conjunta dos resultados que a nossa sociedade pode atingir.
Não devemos contrariar a afirmação dos vários sectores da nossa economia de per se. Não devemos contrariar que cada representante busque atrair sobre si a atenção dos restantes. Contudo, não devemos favorecer a estanquicidade redutora dos mesmos nem o aproveitamento político para garantia do poder.
Devemos, isto sim, procurar garantir que quem governa preconize a criação de plataformas para entendimentos pontuais, para que as estratégias de fundo para o desenvolvimento dos Açores possam ser incrementadas com o aporte de cada sector, para que todos fiquem conscientes que os benefícios que poderão alcançar estão directamente relacionados com o contributo que estiverem disponíveis a dar na definição dos respectivos planos de acção.
sexta-feira, outubro 7
terça-feira, abril 5
quinta-feira, março 24
O FMI vs o Vazio
«EU Bailout Looms as Portugal Government Collapses»Com os agradecimentos de Passos Coelho e restante oposição.
terça-feira, dezembro 14
Aviso à navegação
Comunicado da Protecção Civil dos Açores: precipitação forte e vento com rajadas até 100 Km/h.
domingo, dezembro 5
Mau tempo
Ao 3º dia os media nacionais deram pelo mau tempo no arquipélago.
A televisão pública nos Açores fez o que lhe competia desde o 1º dia.
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