“Governo Sombra” para a rua. Já!
Mas, será que o há?
Se há, deve ser uma daquelas sombras cinzentas que, algumas vezes, quase se mostra para, logo depois, quase se esbater, fruto das indefinições de “transgênicos” personagens.
Mas, será que a malta ainda se lembra do que é Governar?
Se calhar sim e, como tal, não sente necessidade de o evidenciar e, muito menos, de treinar.
Será só chegar, e vencer! E o convencer? Não se sabe mas, espera-se que sim.
E se, na realidade, não há um “Governo Sombra”?
Pois, certamente não haverá “Governo Sombra” se não houver uma ideia concertada do caminho a trilhar; Se não houver uma ideia afinada para os trabalhos de limpeza do trilho; Se não houver planos para a sustentação dos taludes; enfim.
Julgo que nenhum partido, que se considere habilitado a ser alternativa no governo, se pode cingir ao brilhantismo dos seus deputados, por mais habilidosos que sejam, e, muito menos, deixar-se ficar na dependência da sua capacidade retórica.
Os partidos, mediante a sua dimensão e representatividade, mediante os seus recursos e a sua vontade de futuro, deverão criar uma estrutura que lhes permita estudar – periodicamente – os vários dossiers e reunir com interlocutores privilegiados (inseridos activamente nos diversos contextos, à luz dos quais os assuntos deverão ser analisados), para que, sectariamente, sejam encontradas soluções de fundo para os problemas de fundo.
Berta Cabral faz um “discurso-brilhante-e-sem-guião” e deixa empresários embevecidos com a “Sua Visão” para o futuro dos Açores.
E o resto? Onde está a estrutura na qual ela se possa apoiar para que possa “make it happen, instead of make believe”?
Pode parecer um discurso redondo, revisitado e banal mas, precisamos todos de nos capacitar de que isto não é trabalho para uma pessoa só!
Não obstante tudo o que se tem escrito e dito sobre “Governos Sombra”, vejo neles, para além de uma grande oportunidade para se aproximarem verdadeiramente do “país real”, a oportunidade de melhorar o trabalho dos “Governos em Exercício”. Infelizmente na política, este tipo de dialéctica dificilmente se pratica.
Se há, deve ser uma daquelas sombras cinzentas que, algumas vezes, quase se mostra para, logo depois, quase se esbater, fruto das indefinições de “transgênicos” personagens.
Mas, será que a malta ainda se lembra do que é Governar?
Se calhar sim e, como tal, não sente necessidade de o evidenciar e, muito menos, de treinar.
Será só chegar, e vencer! E o convencer? Não se sabe mas, espera-se que sim.
E se, na realidade, não há um “Governo Sombra”?
Pois, certamente não haverá “Governo Sombra” se não houver uma ideia concertada do caminho a trilhar; Se não houver uma ideia afinada para os trabalhos de limpeza do trilho; Se não houver planos para a sustentação dos taludes; enfim.
Julgo que nenhum partido, que se considere habilitado a ser alternativa no governo, se pode cingir ao brilhantismo dos seus deputados, por mais habilidosos que sejam, e, muito menos, deixar-se ficar na dependência da sua capacidade retórica.
Os partidos, mediante a sua dimensão e representatividade, mediante os seus recursos e a sua vontade de futuro, deverão criar uma estrutura que lhes permita estudar – periodicamente – os vários dossiers e reunir com interlocutores privilegiados (inseridos activamente nos diversos contextos, à luz dos quais os assuntos deverão ser analisados), para que, sectariamente, sejam encontradas soluções de fundo para os problemas de fundo.
Berta Cabral faz um “discurso-brilhante-e-sem-guião” e deixa empresários embevecidos com a “Sua Visão” para o futuro dos Açores.
E o resto? Onde está a estrutura na qual ela se possa apoiar para que possa “make it happen, instead of make believe”?
Pode parecer um discurso redondo, revisitado e banal mas, precisamos todos de nos capacitar de que isto não é trabalho para uma pessoa só!
Não obstante tudo o que se tem escrito e dito sobre “Governos Sombra”, vejo neles, para além de uma grande oportunidade para se aproximarem verdadeiramente do “país real”, a oportunidade de melhorar o trabalho dos “Governos em Exercício”. Infelizmente na política, este tipo de dialéctica dificilmente se pratica.
Ponta Delgada









