Obras de dois artistas portugueses adquiridas pelo Museu Rainha Sofia na ARCO/Madrid Três obras da dupla João Maria Gusmão e Pedro Paiva, da galeria Graça Brandão, em Lisboa, fazem parte do grupo de obras de sete artistas, que o Museu Rainha Sofia adquiriu na ARCO, Feira Internacional de Arte Contemporânea de Madrid. De acordo com a informação do museu da capital espanhola, as aquisições dizem respeito a um total de 17 peças, no valor global de 204.625 euros. Entre as obras adquiridas, há desenhos, fotografias, objetos, diapositivos e filmes, informa o museu. Cada uma das três obras da dupla portuguesa, escolhidas pelo museu - os filmes «Maça de Darwin, macaco de Newton» (2012), «Três sóis» (2009) e «Eclipse Ocular» (2007) -, é composta por «internegativos», «interpositivos» e duas cópias de exposição. «Três sóis» fizeram parte da representação oficial portuguesa na 53.ª Bienal de Veneza, em 2009, «Eclipse Ocular» foi apresentado na Tate Gallery, em Londres, em 2010, e «Maçã de Darwin, macaco de Newton», que aborda a identidade e cultura micaelense, em filme e fotografia, esteve patente na Galeria Fonseca Macedo, em Ponta Delgada, em 2013.Os parabéns à Fátima Mota e à galeria que dirige.
terça-feira, fevereiro 25
Maça de Darwin, macaco de Newton
domingo, fevereiro 23
sábado, fevereiro 22
quarta-feira, fevereiro 19
Açores em Madrid
| Sandra Rocha, Waterline |
Treze galerias portuguesas na Arco 2014 Treze galerias portuguesas vão participar na 33.ª edição da Feira Internacional de Arte Contemporânea - ARCO Madrid, que decorrerá de 19 a 23 de fevereiro na capital espanhola, com a Finlândia em foco, este ano. De acordo com o programa da feira - a mais importante montra da arte contemporânea na Península Ibérica - Portugal vai estar representado com oito galerias de Lisboa, duas do Porto, uma de Braga e uma de Ponta Delgada (Açores).
quinta-feira, fevereiro 6
quinta-feira, janeiro 23
domingo, janeiro 19
25 Places You Have To See Before You Die
Ao contrário de muitos milhões de habitantes no Mundo, bem posso dizer que me faltam apenas 24 sítios para ver antes de morrer.
quarta-feira, janeiro 15
segunda-feira, janeiro 6
sábado, janeiro 4
história de um "briefing"
Já sei que muitos verão nesta partilha mais um deliberado acto de pub institucional. A minha esperança reside naqueles que identificarem a profundidade do ser, num momento de grande reconciliação.
"11 horas. Reunidos em frente ao balcão da recepção, que agora ganha outra centralidade, estávamos todos: a equipa técnica responsável pela obra e a equipa nuclear do hotel que, com quase 80 anos de operação ininterrupta, voltava a nascer. O hotel era-nos devolvido após 7 meses de obra, da qual resultou uma remodelação profunda, originando o desejado reposicionamento. O calendário marcava o dia 1 de Junho de 2013.
No círculo, naturalmente criado, as emoções eram fortes. Parecíamos os “Cavaleiros da Távola Redonda”. À minha frente, João Mota Vieira, engenheiro responsável pela fiscalização da obra, ladeado pelos engenheiros Isabel Cordeiro e José Mendonça. Comigo, a Fátima, subdirectora; a Alice, chefe de recepção; a Goreti, nossa governanta; o António, chefe de bar; o Fernando, jardineiro chefe; o João, maître d’hotel; o chef Luís; o Luís, encarregado de manutenção e o Vítor, responsável pelo economato.
Apesar de exaustos pelo contributo que cada um foi chamado a dar para equipar o hotel na fase final da obra, a felicidade estampava-se nos nossos rostos, como se fossemos crianças deslumbradas com o seu brinquedo novo.
Na nossa memória, fresca como as ervas aromáticas do Parque Terra Nostra incorporadas nos nossos cozinhados e com que agora fazemos as nossas próprias infusões e outras bebidas refrescantes, a lembrança dos dias passados a afinar o conceito com os projectistas, as acesas discussões sobre as tendências a serem observadas na necessária reformulação da nossa proposta de valor e a identificação da “Tradição e Charme do Hotel Terra Nostra”, do “Parque Terra Nostra” e da “Sustentabilidade” como os pilares que a haviam de suportar.
Víamos, nos olhos uns dos outros, para além das lágrimas, a satisfação de quem ajudou a formular os grandes objectivos para a operação do renovado Terra Nostra e lembrei-me do inédito workshop que organizamos com todos os colaboradores, no dia 29 de Abril, do qual saíram doze compromissos que todos têm escrupulosamente honrado no seu dia-a-dia. Lembro-me que a alegria era imensa. Todos juntos pela primeira e última vez, já que tal cenário seria irrepetível, pensavam todos. Mas a alegria veio a repetir-se apenas 15 dias após a reabertura do hotel. Juntamo-nos todos novamente, para a “foto de família” e para revermos rapidamente algumas fotografias das obras, com o intuito de nos apropriarmos do nosso novo hotel.
Para a “foto de família” tínhamos como referência a fotografia da primeira equipa do hotel mas, tínhamos também um grande problema: como libertar todos os funcionários dos seus afazeres com um hotel cheio? Ocorreu-me escrever uma carta a todos os hóspedes, informando da cerimónia e confessando o nosso propósito: Queríamos honrar o passado e receber o futuro de braços abertos! Assim, informados que o hotel funcionaria apenas com os serviços mínimos assegurados por colegas de outros hotéis do grupo e convidados a assistirem a tão importante momento para nós, os hóspedes afluíram em massa e tudo parou nas Furnas. Eram mesmo muitas as pessoas que acorreram das imediações para verem a produção da foto e a rua encheu-se de carros. Uma imagem que guardaremos, para sempre, nos nossos corações.
As mãos, trémulas da comoção, começaram por receber as plantas de pormenor do hotel e, depois, as chaves das instalações dos respectivos sectores que comandavam. Cada um de nós saía do casulo ao qual se havia remetido durante o período da obra e retomava a sua condição de “Maestro” na difícil mas gratificante tarefa de desenhar atmosferas e experiências inesquecíveis para fazer com que os nossos hóspedes desejem voltar.
Hoje, a dar largas à reconhecida hospitalidade açoriana e movida pela paixão de criar momentos perfeitos, a nossa equipa manifesta a imensa vontade de receber todos aqueles que apreciam o bom gosto arquitectónico, a boa cozinha e o “SPA ao natural” que é o Parque Terra Nostra (considerado pela “Condé Nast Traveler Magazine” como um dos dez retiros verdes mais bonitos do mundo), com o seu famoso tanque de águas termais e a sua luxuriante vegetação.
Dizem, os que já cá ficaram, que a nossa equipa tem espelhado no rosto o orgulho de pertencer a tão interessante projecto hoteleiro. Eu, por outro lado, vejo na atitude de cada um de nós a gratidão para com todos aqueles que, do ponto de vista operacional, nos ajudaram a promover a mudança: o Pierre, a Dalila, a Ana Paula, a Teresa, o José e o Tiago da “Eurogroup Consulting”, que nos ajudaram a formular e a exteriorizar a “postura do colaborador TN” (formal e calorosa), focando-se determinantemente nos clientes e nas suas expectativas; a Conceição Castelo que nos ajudou a reformatar a nossa operação de housekeeping; o Manuel Moreira que promoveu a elevação do serviço de vinhos no restaurante; o Luís Domingos e o Dave Palethorpe da “Black Pepper & Basil”, que revolucionaram a nossa proposta de Bar e, por fim, o Daniel Frey da “Green Growth” que, falando a mesma linguagem, me havia ajudado a sistematizar toda a conceptualização.
Guardamo-los a todos no coração e todos os outros que tornaram este sonho realidade: a família Bensaude, a Administração do Grupo (com uma palavra especial para a Dr.ª Marta Sousa Pires que coordenou todo o projecto) e respectiva hierarquia, toda a equipa técnica (projectistas; empreiteiro e subempreiteiros), os colegas da direcção de recursos humanos, do departamento de Marketing, do departamento de comunicação e do departamento de contabilidade e controlo de gestão, todos os fornecedores de equipamentos, a Escola de Formação Turística e Hoteleira e mais alguém que esteja eventualmente a esquecer e a quem peço o favor de me perdoar.
Escusado será dizer que, desde então, o nosso briefing diário faz-se às 11 horas e todos os dias trabalhamos para aliar a magia da nossa natureza ao charme e tradição do Hotel Terra Nostra para alimentar a alma e acordar o corpo dos nossos hóspedes, não havendo dia que não me lembre daquele 1 de Junho de 2013 e do nosso primeiro briefing, no renovado Terra Nostra."
texto publicado aqui
quinta-feira, janeiro 2
Mundo Cão - "Anos de Bailado e Natação"
Dedicado a todos os bandidos deste país, mais ou menos solitários.
segunda-feira, dezembro 30
quinta-feira, dezembro 26
Por estes dias
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| Lagoa das 7 Cidades, São Miguel, Açores, Dez' 2013 |
quinta-feira, dezembro 19
Places to go in 2014 - without breaking the bank
terça-feira, dezembro 17
Luísa Sobral & António Zambujo
Nesta quadra, para todos aqueles que me têm no seu coração, mesmo os que mantêm um certo odiozinho de estimação.
sábado, dezembro 14
quinta-feira, dezembro 12
segunda-feira, dezembro 2
"Conversas na Lagoa" - Arte e Arquitectura
A Lagoa continua a "dar que falar".
Já foi fabril e já "valeu a pena".
No entanto, com a sua "Costa Dourada" por explorar, dá-se, agora, a ares de cidade. E eu ainda acredito que Lagoa tem pinta para o vir a ser de facto.
Apesar de tal fato ser, por enquanto, de utilidade duvidosa, inegável é a importância relativa que o "Instituto Cultural Padre João José Tavares" vem assumindo no panorama actual.
Aqui fica mais uma iniciativa que merece atenção:
sábado, novembro 30
Sem papas de gaguejos
Aparentemente (porque as coisas nem sempre são como nós as pintamos), depois de comer, não faltam colheres. É o que diz o ditado popular sem, contudo, considerar o estranho facto das pessoas que passam a governantes se votarem, depois do respectivo processo eleitoral, a um fatal ensimesmamento intelectual. Fatal para eles no longo prazo mas, no imediato, fulminante para um considerável conjunto de pessoas que, privadas de poderem dar o seu contributo (que devia ser acarinhado e, sobretudo, incentivado pelas instituições públicas), acabam por ficar com o(s) investimento(s) às costas, arrastando um conjunto de outras pessoas para águas ainda mais agitadas, onde o naufrágio é cada vez mais temido.
Apesar de perspectivar algumas coisas de um ângulo diferente, recupero a desassombrada entrevista do Rodrigo Rodrigues do passado dia 25, no Açoriano Oriental para relembrar que, apesar de muita coisa poder ter sido melhor feita, não nos podemos esquecer que o investimento dos operadores está intrinsecamente relacionado com a dimensão que a operação poderá vir a atingir e que, todos juntos, devemos trabalhar para que os Açores possam ganhar a massa crítica que muita falta lhes faz para que um determinado “desmame”, por cá e nos vários mercados emissores, possa ser uma realidade.
Quero ler na referida entrevista que não devemos sucumbir à tentação de pensar pequenino nas alturas de maior aperto, pois, é absolutamente crítico manter as coisas em perspectiva e trabalhar a não-conformidade, por forma a procurarmos combater as tendências redutoras em termos de natureza e escala dos investimentos ainda por fazer, para conseguirmos subir mais um degrau dos muitos que ainda nos faltam galgar no negócio do Turismo.
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