segunda-feira, dezembro 22
Does anyone even care?
An why not?!
Neste período, no qual temos dificuldade de ver o caminho por onde queremos caminhar.
As a bad seed, kneel before Him. Seja ele ou ela quem for.
Yes, I still believe. No Amor. E no seu oposto.
E venha mais um. Dele já não nos safamos.
sexta-feira, dezembro 12
sexta-feira, dezembro 5
Ryanair vai começar a voar para os Açores em abril
E nada será como dantes? Uma imagem a reter para a posteridade.
terça-feira, dezembro 2
domingo, novembro 23
sábado, novembro 22
quinta-feira, novembro 13
Fausta
Entrevista na edição de hoje do Açoriano Oriental. A peça sobe ao palco do Teatro Micaelense no sábado.
sábado, outubro 18
sexta-feira, outubro 17
domingo, outubro 12
sábado, outubro 11
"Conferências das Furnas"
Bem se poderia dizer que ninguém pára a Delegação Regional dos Açores da Ordem dos Economistas. Ela tem sido Almoços conferências, Debates e Conferências. Aqui e ali, um pouco por todas as ilhas deste oceânico arquipélago.
A discussão está instalada. Não há ninguém que possa dizer que não vale a pena e os temas abordados têm sido dos mais interessantes e importantes para a economia dos Açores.
Com uma afluência muito considerável, os oradores brindaram a plateia com intervenções muito relevantes para a necessária reflexão, que tem que acontecer em torno dos caminhos que a economia pode tomar para se desenvolver nos Açores.
Deliciados, todos viram como seria desejável e importante termos menos Estado na economia, tenha ela a dimensão que tiver. É que nem mesmo os mais recalcitrantes costumeiros ficariam indiferentes à inquietude deste espírito açoriano, influenciado pelo pragmatismo do Federal Reserve Bank.
Ainda preocupados com as subidas em flecha das dívidas públicas um pouco por toda a Europa, percebemos que esta está metida num grande sarilho e que, afinal, sempre é verdade: “a cultura come a estratégia” e, no caso da europa (não me agrada dizê-lo), as muitas e heterogéneas culturas comem a unificadora estratégia de todos os europeístas envolvidos na criação desta grande manta de retalhos.
Gazelas. Muitas gazelas, é o que me apetece pedir ao Pai Natal, para o início de mais um ano económico nos Açores, que não tarda a começar.
É claro que as desejadas gazelas teriam que ter muito cuidado, para não se tornarem presas fáceis de uma excessiva proximidade que caracteriza as relações entre empresas e entre as empresas e a coisa pública, para que se possam tornar instituições e vingarem perante o efeito predador do passar dos anos.
sexta-feira, outubro 3
Clã - Eu Ninguém
Casos raros de metamorfose que nos vão acontecendo “de longe a longe”, nem sempre implicam que nos prestemos a sentir como Gregor Samsa, na obra maior de Franz Kafka.
Enfim, poder ser “Travesti” de quem se quiser, parece-me um mote interessante para quem faz um grande esforço para viver, com a maior intensidade, a vida que tem, sem contudo comprometer a essência do Ser que porventura formos, antes, agora e depois.
Somos pessoas. É verdade. Sentimos!
Pessoas que constroem relações, criando também as suas próprias estórias que, podendo ou não um dia virem a ser rezadas pela história de nós todos, farão as delícias de quem por nós se interessar. E isto nada mais deve ser do que senão o absolutamente essencial para fazermos a nossa caminhada.
Importante é ainda não esquecermos que, mesmo que algumas vezes possamos não dar o devido valor, estamos todos em trânsito. Alguns, num circuito mais ou menos fechado como num tabuleiro do monopólio, inquietos por voltarem a passar pela casa de partida, e outros, sacudindo o bafio, entregam-se ao imprevisibilíssimo destino das aventuras que escolhem, num insondável amarelo cerebral.
Seja como for, certa é a necessidade de valorizar o caminho. É nele que a vida se perde ou se ganha!
quarta-feira, outubro 1
segunda-feira, setembro 29
As Primárias do PS
I
- O dia de primárias no PS foi, no essencial, uma vitória para o partido. A
adesão em massa dos eleitores, a tranquilidade dos procedimentos e a
expressividade dos resultados é disto prova inequívoca. A Comissão Eleitoral
está de parabéns, tendo sido capaz de montar e acompanhar um processo complexo
e a uma escala totalmente inovadora para um partido político com a dimensão do
PS, correndo contra as adversidades que um calendário curto e a decisão
improvisada de convocar este modelo eleitoral lhe colocava.
II
– Costa teve uma vitória estrondosa e acaba por ter de agradecer à
estratégia de Seguro, por lhe ter conferido uma legitimidade além das fronteiras
do PS. Uma diferença de 70% (Costa) contra 30% (Seguro) é uma abada
eleitoral em toda a linha. Embora continue a entender que as primárias
representam uma irreversível desvalorização da militância, que ocorre à margem
dos Estatutos e com reflexos inevitáveis no esbatimento ideológico do partido,
o certo é que a estratégia de Seguro lhe saiu completamente furada e que Costa
tem hoje uma legitimidade muito mais forte do que a que resultaria de um
simples congresso extraordinário.
III
– Apesar disto, temos de reconhecer que Seguro teve uma saída limpa.
Admitiu a derrota, demitiu-se de Secretário-geral do PS, cumpriu a palavra dada
e fica apenas como militante de base. Em democracia, tão importante como ganhar
ou perder, é saber tirar as devidas consequências das derrotas e das vitórias.
A clareza política não se compadece com “desculpas” e, de facto, Seguro, depois
de ter exposto o PS da forma como expôs e durante tanto tempo, não tinha outra
saída digna. Saiu como deve de ser.
IV
– Porém, é um facto que emergem cicatrizes inquestionáveis destes últimos quatro
meses. Apesar dos resultados de Costa e da saída irrepreensível de Seguro, não
há como não reconhecer que a unidade e coesão do partido ficou tremendamente
abalada com todo este processo, a sua delonga e a forma como ambas as
candidaturas conduziram a campanha e os diversos debates televisivos. António
Costa tem um ano para refazer a unidade no PS e terá ainda de concentrar-se no
programa eleitoral, sem poder descurar-se de nenhuma.
V
- O maior derrotado da noite é o Governo de Passos Coelho e Paulo Portas.
Depois de desejarem à força toda o oponente eleitoralmente mais frágil, eis que
não só lhes sai o candidato mais forte como, ainda por cima, vem revestido de
uma prévia legitimidade extra-partidária, com expressivos resultados e com
renovada energia. É caso para dizer, de facto, como disse António Costa, "
este é o primeiro dia do fim deste Governo".
VI
- Cá pelas nossas bandas, não há dúvida que esta é também uma vitória para
Carlos César. Depois de ter sido designado mandatário nacional da campanha de
Costa nas primárias; sendo amigo e parceiro de combate desde os tempos da JS; sendo quem, no Congresso do PS-Açores, lançou pela primeira vez
o nome de Costa para a calha da liderança do PS; e com os resultados que obteve
na federação de que é presidente honorário (87%, é obra), é natural agora que
se transforme numa relevante peça no xadrez político nacional. Carlos César
deixa, assim, Vasco Cordeiro definitivamente liberto da figura tutelar.
Para Vasco esta é a derradeira oportunidade de cortar o natural cordão
umbilical que lhe une ao histórico líder do PS-Açores. Na psicanálise política,
para que as rupturas aconteçam, não basta que os protagonistas o desejem. Na
natureza como na política, as rupturas só acontecem quando o ambiente lhes é
propício. Este é o momento.
domingo, setembro 28
ao viés
Para Breyten Breytenbach, intelectual sul-africano (um dos maiores, dizem), entrevistado por Clara Ferreira Alves (Atual nº 2185|Expresso 13 Setembro 2014), “vivemos numa nova configuração tribal”. E “uma das piores tribos é a dos turistas. Matam tudo. (…) Os turistas são uma massa sólida pior do que o terrorismo, de certo modo”.
Ler esta fecunda e provocatória afirmação categórica, foi como ter sido atingido nos queixos por um forte uppercut (de esquerda, claro), resultando numa tal sensação de desnorte à qual se juntou a de náusea, provocada pela visão emproada e preconceituosa da claramente-intelectual-também interlocutora, lançada sobre a classe média, supostamente carregada de “mediania, indiferença estética. Mau gosto. Tédio”, como numa espécie de tentativa de extrapolação do raciocínio(?) do entrevistado.
Há coisas que nos deixam abananados, verdadeiramente perplexos, quando vêm de supostos vultos (seja lá o que isso for). Eu, que estava absolutamente crente nos testemunhos provenientes da O.M.T. e que se referem ao Turismo como a “Indústria da Paz” e uma das mais importantes para a preservação da memória colectiva das civilizações, tenho que dar a mão à palmatória: depois de alguns anos passados, a malta já se esqueceu das guerras mundiais e da silenciosa-mas-vibrante guerra fria, que fizeram com que todos quantos com elas sofreram aspirassem a uma nova ordem social mundial.
Ok! É verdade que a deliciosa aspiração depressa se tornou em algo talvez demasiado global e indiferenciado para qualquer intelectual que defenda acerrimamente a causa que o alimenta, ainda que, em alguns casos, o faça com um discurso de surdos. Não é, por isso, de estranhar que os aludidos possam dar-se ao luxo de assim falar, até porque, aparentemente, aquela “massa sólida pior do que o terrorismo” vem da “classe média, pilar dos regimes e da estabilidade”. Nada pior, para os intelectuais que querem continuar a poder fazer-se ouvir.
Não me sai da cabeça que, agora, talvez tenhamos que condescender alguns ataques terroristas, perpetrados contra turistas nos sítios do costume. Pelo menos os mais levezinhos, talvez. Mas o meu pior e verdadeiro receio é poder vir a ser obrigado a ter que compreender, verdadeiramente, as palavras destas duas alminhas que se podem ter perdido pelo mundo.
foto daqui
sexta-feira, setembro 26
quarta-feira, setembro 24
Qual é o próximo?
O que importa é que tentaram. Não vale a pena andarmos à procura das razões para o encerramento do Ateneu Criativo, elas são por demais conhecidas.
Os parabéns pelo esforço e persistência.
Agora é tempo de pensar o próximo projecto!
domingo, setembro 21
domingo, setembro 14
Excelência, Sim. Mas não nos acomodemos!
Para os mais atrevidos, "A EXCELÊNCIA" poderá ser vista como o anti-herói das grande empreitadas que ainda esperam a humanidade. No entanto, se pensarmos como K. Sriram
"Excellence can be obtained if you:
... care more than others think is wise;
... risk more than others think is safe;
... dream more than others think is practical;
... expect more than others think is possible."
Conseguiríamos ser bastante melhores naquilo que fazemos e tudo seria bem diferente.
Entre outras coisas, não deixem, por isso, de ler o artigo de Ávaro Dâmaso no AO
"Excellence can be obtained if you:
... care more than others think is wise;
... risk more than others think is safe;
... dream more than others think is practical;
... expect more than others think is possible."
Conseguiríamos ser bastante melhores naquilo que fazemos e tudo seria bem diferente.
Entre outras coisas, não deixem, por isso, de ler o artigo de Ávaro Dâmaso no AO
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