sexta-feira, abril 22
quinta-feira, março 17
segunda-feira, fevereiro 29
quarta-feira, fevereiro 10
quinta-feira, fevereiro 4
segunda-feira, fevereiro 1
terça-feira, janeiro 19
Açores: um exemplo para a Islândia, Noruega e Dinamarca
With over 18 whale-watching tour companies in The Azores, some guaranteeing money back if no cetaceans are spotted, at least two whaling museums, and the repurposing of the whaling vessels for annual regattas - The Azores have become a model for conservation and its economic benefits. While its unlikely Norway, Iceland, or Denmark will end commercial whaling unless tighter EU and UN regulations are made, perhaps they could learn from the example of The Azores.Em destaque no prestigiado Huffington Post Travel.
terça-feira, dezembro 15
sexta-feira, novembro 6
12 anos
O :ILHAS faz hoje 12 anos repletos de intermitências. Há a possibilidade de uma terceira vida (3.0) mas ainda discutimos o modelo, cujas negociações serão, muito provavelmente, mais difíceis do que as que visam “assegurar um governo da iniciativa do PS”.
Daremos notícias nos próximos dias (ou semanas). Até já!
quarta-feira, outubro 28
terça-feira, outubro 20
quinta-feira, outubro 1
terça-feira, setembro 29
15 POEMAS DE AMOR E UM DIVERTIMENTO
É levezinho, mas são 15
É sério, mas diverte
É pequenino, mas é vermelho!
Um vermelho que brota do coração
E, escorreito, vai direito ao peito
Bem sei que é de amigo, o abrigo
Pois, a caminho, digo aos gritos
Se a necessidade aguça o engenho
A angústia liberta o génio
Ah! Bravo rapaz,
Que não nos mate o silêncio!
É sério, mas diverte
É pequenino, mas é vermelho!
Um vermelho que brota do coração
E, escorreito, vai direito ao peito
Bem sei que é de amigo, o abrigo
Pois, a caminho, digo aos gritos
Se a necessidade aguça o engenho
A angústia liberta o génio
Ah! Bravo rapaz,
Que não nos mate o silêncio!
segunda-feira, setembro 28
quarta-feira, setembro 23
Na melhor vontade
Todo o tempo é tempo de mudança. Mesmo o extemporâneo!
É tempo de maré baixa. E o seu vazio coloca agora a nu a impregnada marca de todas aquelas pessoas que nos tocaram, manifestando-se no seu pleno. Mesmo quando só muito mais tarde damos por isso, percebemos que, afinal, incorporamos um conjunto de características dos vários modelos que, consciente ou inconscientemente, resolvemos seguir em determinados momentos e dos quais resultaram a pessoa que julgamos ser.
No entanto, e por muito interessante, segura e desejável que esta calma sedimentação possa parecer, nem sempre o que somos e o que fazemos resulta apenas desta forma diferida de evoluir. Há, também, pela dinâmica que carateriza a nossa existência, pessoas que nos marcam desde o primeiro momento em relacionamentos desassombrados, nos quais o respeito e a confiança mútuos ajudam a trilhar o caminho que, juntos, se faz.
Por outro lado ainda, numa perspetiva mais egocêntrica, o nosso prazo de validade, neste ciclo vicioso que mui habilmente designamos de tempo de vida e que condiciona toda a nossa atuação em relação a tudo em que estamos envolvidos, não é suficiente para determinar, nem mesmo com o enorme conjunto de interseções aleatórias, o resultado desta que é uma equação sui generis.
Muito embora se afigure como uma tarefa praticamente impossível porque a maioria dos adultos considera que os porquês têm idade, há, portanto, a necessidade de encontrar, nesta linha de contínuo longo que é a vida, outras justificações para que algumas pessoas procurem dar o seu contributo de forma incessante, durante toda a sua existência, para causas que, sendo já de muitos, são também por elas eleitas como suas.
Vem esta pequena reflexão a propósito da responsabilidade que é fazermos afirmações mais ou menos perentórias ou, até mesmo e tão somente, termos a coragem de verbalizar os nossos pensamentos. É que a vida, como nós a conhecemos, dá muitas voltas (talvez pelo constante saltitar desta bola a que chamamos Terra) e, não poucas vezes, apanha-nos pelos colarinhos para nos forçar a demonstrar e a pôr à prova as nossas teorias, o que nos deixa com um nó na tripa e aquela dor no baixo ventre.
No dia 30 de Junho de 2010, escrevia, num "Aviso à Navegação", que o Turismo era muito mais do que uma simples atividade económica e interessava a todos, a propósito daquele que considerei ser um importante registo deixado por um dos açorianos que, ao longo dos tempos, mais se entregou a esta causa, quando, numa mensagem perfeitamente atual, afirmava que "precisamos de ser mais criativos (no Turismo)".
Neste momento muito particular da minha carreira profissional, sinto uma (particular também) grande responsabilidade que me impele em direção ao futuro e que me obriga a honrar todos aqueles com quem contracenei e tiveram um papel importante no aludido percurso, pelo exemplo que deram, pelo entusiasmo com que lutaram por aquilo em que acreditavam, pela ajuda e amizade que me dispensaram e pela confiança que sempre em mim depositaram.
Encontro-me, assim, genufletido perante todos aqueles (grandes vultos para mim) que foram importantes nesta minha caminhada e importantes na formação do meu caráter, a aguardar pela sua bênção para a minha próxima missão.
É tempo de maré baixa. E o seu vazio coloca agora a nu a impregnada marca de todas aquelas pessoas que nos tocaram, manifestando-se no seu pleno. Mesmo quando só muito mais tarde damos por isso, percebemos que, afinal, incorporamos um conjunto de características dos vários modelos que, consciente ou inconscientemente, resolvemos seguir em determinados momentos e dos quais resultaram a pessoa que julgamos ser.
No entanto, e por muito interessante, segura e desejável que esta calma sedimentação possa parecer, nem sempre o que somos e o que fazemos resulta apenas desta forma diferida de evoluir. Há, também, pela dinâmica que carateriza a nossa existência, pessoas que nos marcam desde o primeiro momento em relacionamentos desassombrados, nos quais o respeito e a confiança mútuos ajudam a trilhar o caminho que, juntos, se faz.
Por outro lado ainda, numa perspetiva mais egocêntrica, o nosso prazo de validade, neste ciclo vicioso que mui habilmente designamos de tempo de vida e que condiciona toda a nossa atuação em relação a tudo em que estamos envolvidos, não é suficiente para determinar, nem mesmo com o enorme conjunto de interseções aleatórias, o resultado desta que é uma equação sui generis.
Muito embora se afigure como uma tarefa praticamente impossível porque a maioria dos adultos considera que os porquês têm idade, há, portanto, a necessidade de encontrar, nesta linha de contínuo longo que é a vida, outras justificações para que algumas pessoas procurem dar o seu contributo de forma incessante, durante toda a sua existência, para causas que, sendo já de muitos, são também por elas eleitas como suas.
Vem esta pequena reflexão a propósito da responsabilidade que é fazermos afirmações mais ou menos perentórias ou, até mesmo e tão somente, termos a coragem de verbalizar os nossos pensamentos. É que a vida, como nós a conhecemos, dá muitas voltas (talvez pelo constante saltitar desta bola a que chamamos Terra) e, não poucas vezes, apanha-nos pelos colarinhos para nos forçar a demonstrar e a pôr à prova as nossas teorias, o que nos deixa com um nó na tripa e aquela dor no baixo ventre.
No dia 30 de Junho de 2010, escrevia, num "Aviso à Navegação", que o Turismo era muito mais do que uma simples atividade económica e interessava a todos, a propósito daquele que considerei ser um importante registo deixado por um dos açorianos que, ao longo dos tempos, mais se entregou a esta causa, quando, numa mensagem perfeitamente atual, afirmava que "precisamos de ser mais criativos (no Turismo)".
Neste momento muito particular da minha carreira profissional, sinto uma (particular também) grande responsabilidade que me impele em direção ao futuro e que me obriga a honrar todos aqueles com quem contracenei e tiveram um papel importante no aludido percurso, pelo exemplo que deram, pelo entusiasmo com que lutaram por aquilo em que acreditavam, pela ajuda e amizade que me dispensaram e pela confiança que sempre em mim depositaram.
Encontro-me, assim, genufletido perante todos aqueles (grandes vultos para mim) que foram importantes nesta minha caminhada e importantes na formação do meu caráter, a aguardar pela sua bênção para a minha próxima missão.
segunda-feira, setembro 14
R.I.P. AJS
Este não é um elogio fúnebre. Este será, antes de qualquer
outra coisa, um desabafo que não almejava fazer, mas algo ao qual estou
condenado, talvez pelo respeito aos meus princípios edificadores.
No fundo, em mim, há uma descomunal necessidade de partilhar,
com tantos quantos lerem esta apologia e não o tenham conhecido, a imagem de um homem
(um vulto para mim) que assenta na absoluta naturalidade com que relativizava
todas as situações e encaixava todos os desabafos. Um homem que marcou uma inteira
geração de profissionais do turismo nos Açores também com a sua imensa
capacidade de perdoar, mesmo a todos aqueles que se possam sentir agora magoados
com a sua súbita partida.
Em tempos não muito distantes, ouvia um amigo dizer, com
muita graça e algum respeito, que tinha sido colega de Fernando Pessoa na
McCann. Pois, para mim, ter sido colega de António José Silva não foi menos
importante. E, na mesma época, poder partilhar com ele as suas conquistas e ser
brindado com o seu sorriso triunfante, foi sempre um acontecimento de rara
beleza pelo qual lhe estou desmedidamente grato.
Hoje, o tempo pode não ser de infinita majestade e paz, mas
eu continuo a sentir-me, como diz o poeta persa Ferdowsi Tusi no “Livro dos
Reis ”, como pó na garra do leão.
terça-feira, agosto 11
quinta-feira, julho 23
segunda-feira, julho 13
sexta-feira, julho 3
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