sexta-feira, abril 12
segunda-feira, fevereiro 25
quinta-feira, fevereiro 14
sábado, dezembro 29
Nova Aliança!
Muito já se escreveu sobre Pedro Santana Lopes e, mais
recentemente, sobre o seu novel partido, que também o é de um número cada vez
maior de pessoas. Da esquerda para a direita (por ser assim que nos ensinaram a
ler), quase todos já lhe vaticinaram o pior desfecho e, passado tão pouco tempo
ainda, já alguns “iluminados” foram obrigados a engolir, se não todo pelo menos
em parte, o seu “esclarecido” discurso.
Pedro Santana Lopes saiu sozinho do PSD e pode não conseguir
fazer perpetuar os seus desígnios (seus e de muitos outros), mas, por esta
altura, já ninguém tem dúvidas que, neste momento e no espectro político-partidário
português, é o homem em torno do qual se gera o mais genuíno apoio. Curioso,
não é?
Podia, mas acho que não devo, escrever muito mais sobre aquele
que considero ser o mais apaixonante tema da atualidade política portuguesa,
mas não posso terminar sem dizer que considero irracional criticar o “estado da
arte” e, ao mesmo tempo, criticar aqueles que, dentro das metodologias
previstas no sistema político em vigor e sem os indesejáveis atropelos de
ideologias travessas de outras geografias, ousam, apesar da sua madura idade,
arriscar o seu capital e desafiar o status
quo.
Por tudo isto e por todo o mais que a distância me impedirá
de conhecer, olho para Pedro Santana Lopes e para os seus múltiplos defeitos
(são sempre os mais fáceis de identificar) e vejo a inspiração para não nos
resignarmos e não desistir da nossa ousadia.
Na Aliança, vejo um grande nome. Inteiro e de declarado compromisso,
só pode procurar fazer refletir um dos mais interessantes desafios da
humanidade dos nossos dias, a colaboração, que devia servir para habilitar a
sociedade a atingir os objetivos que devem ser de todos.
domingo, dezembro 16
terça-feira, novembro 27
sábado, junho 30
Há palavras que não as pode levar o vento.
Sempre digo que não sou uma pessoa de palavras fáceis.
Todas elas têm (sempre, ou quase sempre) o seu significado e a sua escolha decorre de uma observação silenciosa (mas atenta) da realidade circundante.
As que aqui venho propositadamente guardar da voracidade da espuma dos dias, são as que me inspira esta candidatura do Pedro Nascimento Cabral: contemporânea, mas assente em princípios ideológicos que me são muito próximos e capaz de recuperar, o que na opinião de muitos entendidos na matéria, faz falta à direita do espectro politico açoriano.
"Não sou pelo poder.
Não vou pela sebenta.
A doutrina, apesar de tudo, já não o é.
Acredito na vontade de fazer melhor, transportada apenas pelas pessoas que não se deixam idolatrar.
O futuro começa hoje" (sem . propositadamente também)
Todas elas têm (sempre, ou quase sempre) o seu significado e a sua escolha decorre de uma observação silenciosa (mas atenta) da realidade circundante.
As que aqui venho propositadamente guardar da voracidade da espuma dos dias, são as que me inspira esta candidatura do Pedro Nascimento Cabral: contemporânea, mas assente em princípios ideológicos que me são muito próximos e capaz de recuperar, o que na opinião de muitos entendidos na matéria, faz falta à direita do espectro politico açoriano.
"Não sou pelo poder.
Não vou pela sebenta.
A doutrina, apesar de tudo, já não o é.
Acredito na vontade de fazer melhor, transportada apenas pelas pessoas que não se deixam idolatrar.
O futuro começa hoje" (sem . propositadamente também)
sábado, maio 26
A propósito de um “CORPO TRIPLICADO”
1. Regressei
ao ARCO 8. Apesar de já lá não ir há muitas luas, foi como lá estivesse estado
na noite anterior. Tocou-me a alma. Foi uma grande emoção!
O espaço. A música.
As histórias. Os “comebacks”. E a mistura amarela.
2. Revi
amigos de quem já tinha saudades, Falamos de turismo. Algumas ideias que
esperam melhores dias. Frustrações que um dia desaparecem, não se preocupem.
3. Recolhi ao
meu íntimo e secreto desejo de concluir um projeto de longa data. Foi a parte
fd***d*.
Enfim, uma triplicação.
Do livro, ainda
só me atrevo a percorrer uma rua de “Sentido Único”:
“Na minha casa não há roupa fora
de uso, fotografias antigas, recordações de viagens, revistas desbotadas,
recortes de jornais, bilhetes de amor, recibos de compras, artigos decorativos,
vasinhos de plantas ou animais de estimação. Livro-me das coisas inúteis como
me livro dos amigos hipócritas e dos amantes incompetentes. Sem remorso e sem
saudade.”
É coisa para dizer parabéns, Ma-ri-a
sexta-feira, maio 18
terça-feira, fevereiro 6
Eléctrico Utópico
Num tempo em que urge (re)pensar a nossa mobilidade, aproveito para resgatar esta utopia com autoria de Diego Ares.
quarta-feira, janeiro 10
ARIGATO - 10 ANOS DE SUSHI EM PORTUGAL
São boas notícias para
os aficionados do peixe cru em arroz avinagrado.
O sushi, esse grande statement à escala mundial da cultura do país dos samurais,
vê-se agora retratado em Portugal pelas mãos de Cristina
Cordeiro, jornalista, escritora deliciosa, autora do livro "Manuel António
de Vasconcelos: Pioneiro da Arquitectura Modernista" e
que, na opinião do DN,
“tem uma voz de menina e parece que se espanta a cada frase”.
O livro “ARIGATO 10 ANOS DE SUSHI EM PORTUGAL” da
autoria de Cristina Cordeiro, com a fotografia
de Ricardo Oliveira Alves e o design de Ivone Ralha, é lançado já no próximo dia 16.
O projeto surgiu a convite
do Arigato, que comemora por esta altura dez anos, mas o conceito da obra
rapidamente transcendeu a ideia inicial. Ao longo do último ano, Cristina
Cordeiro traçou a história da cozinha japonesa em Lisboa desde os longínquos
anos 80, tendo entrevistado os pioneiros da restauração nipónica, e construído
toda uma narrativa que termina com uma entrevista ao embaixador do Japão e uma
cronologia das relações Portugal-Japão, do século XVI até aos nossos dias.
Uma verdadeira aventura!
quinta-feira, setembro 14
terça-feira, agosto 8
Aviso à navegação
A leitura da semana do Reporter X, como de resto toda a opinião do Açoriano Oriental, passou a estar disponível, apenas, para subscritores.
A actualização semanal, com direito a links, passa a estar num blog (mesmo aqui ao lado).
quarta-feira, julho 19
sexta-feira, maio 26
terça-feira, maio 16
sábado, março 25
AÇOREANA DMC - Uma Grande Equipa
Em tempos pensei e escrevi que, por mais anos de vida tivesse
e por mais bem sucedida fosse a minha carreira profissional, a vida teria
dificuldade de me colocar perante outro desafio e outro projeto tão importantes como foi para mim o reposicionamento do Terra Nostra.
Não me podia ter enganado mais!
Não me podia ter enganado mais!
Como nem sempre fui esta pessoa sociável que muitos conhecem, com
a força inabalável de tudo fazer para, à minha passagem, procurar deixar o mundo um
pouco melhor, é importante referir que costumo, e com verdade, atribuir ao Primitivo Marques (a
quem fiquei sempre grato) um papel muito importante naquela que considero ter
sido uma mudança radical, sobretudo, no que diz respeito ao entendimento do
conceito de “comercial”, fazendo com que a desajeitada larva que eu era se
tivesse transformado numa ágil borboleta.
Mas o que me enche de alegria e me faz sentir honrado é o
facto de muitas pessoas, sobretudo aquelas que melhor conheceram o Rodrigues
Carroça, meu pai, dizerem que dele herdei a arte de fazer as pessoas
sentirem-se especiais na sua presença. Quando eu era ainda uma criança, vivia
(sem saber) fascinado com a gentileza com que o meu pai se dirigia a todas as
pessoas com quem ele se cruzava. Era, pois, habitual eu e ele nos perdermos em
conversas sobre como iríamos construir, quando eu crescesse, uma organização
que teria como único objetivo ajudar todas aquelas pessoas que tivessem dificuldades
(fosse no que fosse!), uma espécie de agência de resolução do infortúnio dos
amargurados que não sabiam como desenvencilhar-se por entre o mar burocrático
que promove o naufrágio dos mais fracos e desprotegidos.
Estive imerso em trabalho árduo durante todo o ano de 2016 e
apresentei a nova imagem da Açoreana DMC na BTL, no passado dia 16: um estrondo com réplicas que se fazem sentir por muitos lugares e, julgo que por muito tempo ainda. Foi então
que percebi que a minha sensação de realização não se encontra em fazer coisas
grandes. Afinal, a minha realização, tanto profissional como pessoal, está em fazer
pessoas felizes, algo que quase nunca é tarefa fácil.
Com um agradecimento especial a todos aqueles que ajudaram a dar forma a esta pequena maravilha, fiquem com o filme que mostra como se recria uma marca
inspirada numa grande equipa, com pessoas agora mais felizes.
Mais projetos não tardam. Fiquem atentos ao TREMOR e façam o
favor de dar largas à vossa imaginação.
P.S. Não podia fazer melhor homenagem ao meu pai. Todos os
dias!
segunda-feira, fevereiro 20
sexta-feira, janeiro 20
sábado, novembro 19
"Sabores do Cozido" - Não é para qualquer um!
Como determina a tradição, depois da remodelação do hotel em
2013, estreou-se hoje mais uma carta “Outono Inverno” no Restaurante Terra Nostra
e muitas são as notas interessantes sobre os pratos fantásticos que calarão as
bocas dos mais versados conhecedores gastronómicos da praça.
Poderia dedicar esta tosca prosa a tantas e boas iguarias: caso da caldeirada de peixe, da tempura de polvo e do pernil com feijoada (a minha preferida). Mas não! Apetece-me falar dos “sabores do cozido”. Porquê? Porque é um rasgo de génio, algo que parecia impossível, algo que não é para qualquer um!
Poderia dedicar esta tosca prosa a tantas e boas iguarias: caso da caldeirada de peixe, da tempura de polvo e do pernil com feijoada (a minha preferida). Mas não! Apetece-me falar dos “sabores do cozido”. Porquê? Porque é um rasgo de génio, algo que parecia impossível, algo que não é para qualquer um!
É verdade que o Mundo evolui (!) porque a humanidade não
ficou parada à espera do amanhã. Também não é mentira nenhuma que essa evolução
se fez sentir mais nuns sítios do que noutros e quanto maior a dimensão do
aglomerado populacional, maior a velocidade e o número de áreas em que ela se
manifestava no horizonte global das sociedades.
Se os pré requisitos atrás referidos estão na génese da
evolução da nossa espécie, estão na génese também da verdadeira revolução que
acontece todos os dias naquele que é um dos grandes, dos maiores, restaurantes
de Portugal.
Podem deliciar as vistas com as fotos com que tempero esta
pequenina nota (sim, porque o que se passa no Restaurante TN é muito maior), mas
se quiserem compreender verdadeiramente o que vos digo, vão ter todos que ir ao Terra Nostra saborear o resultado daquele que foi, tão-somente, um desafio de um amigo,
feito ao Chef Luís Pedro, um dos mais revolucionários Chefs dos Açores da
atualidade.
Está de parabéns, uma vez mais, toda a equipa do Terra Nostra
a quem deixo um abraço, na pessoa do seu Diretor, Simão Markovitch.
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