Uma conversa a convite da Letras Lavadas para falarmos do passado da :ILHAS (revista) e da recém chegada Ilhéu.
segunda-feira, abril 21
Ilhéu
sexta-feira, abril 18
segunda-feira, março 24
Enquanto isto...
Bayer condenada a pagar 2 mil milhões de dólares por cancro ligado a glifosato...nos Açores, a excepção faz a regra.
sexta-feira, dezembro 13
#vergonha
Herbicida com glifosato volta a ser permitido nos Açores, mas com excepções
segunda-feira, novembro 4
quarta-feira, outubro 23
segunda-feira, setembro 23
terça-feira, julho 30
Angrajazz
A 25ª edição de um festival que celebra uma aposta ganha e que revela que a Cultura pode ser diferenciadora (e uma referência que perdura) e não ser enquadrada apenas por conveniências circunstanciais. E claro, nada disto se faz sem uma equipa e um projecto. Obrigatório (ir)!
terça-feira, junho 18
Barbeiro micaelense solidário com pessoas em situação de sem-abrigo
sábado, março 16
16.03.2003
terça-feira, dezembro 19
quarta-feira, novembro 29
quarta-feira, setembro 13
sexta-feira, setembro 8
sexta-feira, julho 21
quarta-feira, junho 7
RABO DE PEIXE
gyotaku [japanese art of fish printing]
Sobre o título em epígrafe muito se tem escrito ultimamente. Bem pensantes e mal dizentes falam da série como se fossem muito lá de casa e a reboque de Rabo de Peixe os Açores são o talk of the town, o que deixa as campanhas de promoção turística da Região verdes de inveja. Green Islands on the rocks! Sou assinante da Netflix, declaração de interesse, mas confesso que só vi o trailer e, portanto, não venho a terreiro para falar da série, mas apenas do falatório que se está a levantar no mainstream media sobre a ficção e a realidade açoriana. Acho muito bem, para não dizer mais, que os Açores não sejam apenas conhecidos como a terra das vacas felizes.
Caso alguns futuros produtores televisivos estejam interessados, basta folhear com paciência a Revista do Expresso no princípio da década de 1990, se não me falha a memória, e ler a reportagem aí publicada sobre a rota transatlântica da cocaína, envolvendo transbordos feitos para Atuneiros da Galiza nos mares dos Açores. Há muitos peixes com o rabo de fora.
segunda-feira, abril 24
sexta-feira, março 17
Cimeira das Lajes
quarta-feira, dezembro 7
Portugal 6 - Suíça 1
um excerto da reportagem do jogo, publicada no The Guardian pelo jornalista Jonhatan Wilson:
Santos has the rumpled air of a man who has slept in his car.
He could be Peter Falk playing Columbo
sábado, junho 11
A.M.B. Machado Pires (1942-2022)
Embora a sua partida fosse esperada, custa sempre saber do ponto final. Sobretudo de alguém que, como dizia o meu pai, já não se fabrica.
Quando cheguei à Universidade dos Açores, no Outono de 1982, o Prof. Machado Pires tinha assumido há pouco a Reitoria, sucedendo nesse cargo ao seu fundador, Prof. José Enes.
Foi, em muitos sentidos, o segundo pai da instituição e ao longo do seu reitorado (1982-1995), marcado por eventos dramáticos (incêndio da Reitoria, na sequência da visita presidencial de Mário Soares em 1989) e inúmeras dores de crescimento (aplicação da Lei 108/88 da Autonomia universitária), soube manter íntegra a Universidade dos Açores numa época em que, é bom lembrá-lo, ela não era muito acarinhada por alguns sectores do meio local.
Antes da era Mariano Gago, quando as Humanidades ainda pesavam alguma coisa no mundo académico, assegurou o prestígio e reconhecimento da jovem Universidade açoriana entre as suas congéneres. Primorosamente educado e encantador no trato pessoal, era um comunicador nato (na esteira de Nemésio) que conquistava de imediato os interlocutores.
Nunca se intitulou escritor, mas foi um Príncipe das letras e do pensamento açoriano.
A Universidade - eu incluído - e os Açores ficam a dever-lhe muito.









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