quinta-feira, novembro 27
Ilhas Revisitadas
sexta-feira, novembro 7
A VACA DA CAPITAL DA CULTURA
A BEL, multinacional da indústria de lacticínios, num prestimoso gesto de mecenato cultural, vai patrocinar uma peça/instalação artística destinada a homenagear os produtores de leite. Com o devido respeito pelos homenageados, fiquei piurso com esta fuga de informação. Bem sei que a ilha de S. Miguel rivaliza com a Índia em matéria de vacas sagradas, mas a religiosidade tem limites, muito embora também tenha transpirado no debate que a religiosidade, pois claro, lá ocupa o seu espaço protocolar na programação de PDL26.
Conheço o suficiente da obra da artista a quem está comissionada a homenagem – cuja escolha saúdo, bem como ao seu agenciamento – para saber que ela não se traduzirá, por exemplo, numa peça escultórica figurativa semelhante à beterraba que se ergue nas instalações da defunta SINAGA, mas aquilo que me choca é o frete da certificação cultural feita à indústria de lacticínios, ou seja, a vénia feita aos dias de hoje como se fossem o amanhã.É preciso esperar que a programação oficial de PDL26 seja divulgada, mas, pela amostra, dá vontade de dizer às outras oito ilhas do arquipélago que sejam capitais da contracultura.
segunda-feira, agosto 25
quarta-feira, agosto 6
Aviso à navegação
A submissão de candidaturas para o Regime Jurídico de Apoios a Atividades Culturais decorre de 1 de agosto a 30 de setembro. A partir deste ano as candidaturas são efectuadas a partir de uma nova plataforma de apoios disponível em https://apoios.cultura.azores.gov.pt
segunda-feira, abril 21
Ilhéu
Uma conversa a convite da Letras Lavadas para falarmos do passado da :ILHAS (revista) e da recém chegada Ilhéu.
sexta-feira, abril 18
segunda-feira, março 24
Enquanto isto...
Bayer condenada a pagar 2 mil milhões de dólares por cancro ligado a glifosato...nos Açores, a excepção faz a regra.
sexta-feira, dezembro 13
#vergonha
Herbicida com glifosato volta a ser permitido nos Açores, mas com excepções
segunda-feira, novembro 4
quarta-feira, outubro 23
segunda-feira, setembro 23
terça-feira, julho 30
Angrajazz
A 25ª edição de um festival que celebra uma aposta ganha e que revela que a Cultura pode ser diferenciadora (e uma referência que perdura) e não ser enquadrada apenas por conveniências circunstanciais. E claro, nada disto se faz sem uma equipa e um projecto. Obrigatório (ir)!
terça-feira, junho 18
Barbeiro micaelense solidário com pessoas em situação de sem-abrigo
sábado, março 16
16.03.2003
terça-feira, dezembro 19
quarta-feira, novembro 29
quarta-feira, setembro 13
sexta-feira, setembro 8
sexta-feira, julho 21
quarta-feira, junho 7
RABO DE PEIXE
gyotaku [japanese art of fish printing]
Sobre o título em epígrafe muito se tem escrito ultimamente. Bem pensantes e mal dizentes falam da série como se fossem muito lá de casa e a reboque de Rabo de Peixe os Açores são o talk of the town, o que deixa as campanhas de promoção turística da Região verdes de inveja. Green Islands on the rocks! Sou assinante da Netflix, declaração de interesse, mas confesso que só vi o trailer e, portanto, não venho a terreiro para falar da série, mas apenas do falatório que se está a levantar no mainstream media sobre a ficção e a realidade açoriana. Acho muito bem, para não dizer mais, que os Açores não sejam apenas conhecidos como a terra das vacas felizes.
Caso alguns futuros produtores televisivos estejam interessados, basta folhear com paciência a Revista do Expresso no princípio da década de 1990, se não me falha a memória, e ler a reportagem aí publicada sobre a rota transatlântica da cocaína, envolvendo transbordos feitos para Atuneiros da Galiza nos mares dos Açores. Há muitos peixes com o rabo de fora.












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